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08 de novembro de 2011, 11:10

Escrito por marcelotas

 

Montagens: GAP-revolucionário

Injustiça dizer que os protestos dos bebês de fralda cheia na USP não deram em nada. Deram sim. Serviu para mostrar o quanto esses mimados-desocupados- ignorantes estão de brincadeira com recursos públicos.

Felizmente, a maior parte da sociedade entendeu rápido e reagiu a esses “democratas” que agridem jornalistas e enxergam o fantasma da “ditadura” (sugiro uma apuração detalhada na vida dos pais desses meninos e meninas do GAP-USP, daria uma tese e tanto na fedidíssima e decadente FFLCH) no fato da PM estar presente no Campus da USP. Tudo isso depois de vidas de estudantes terem sido sacrificadas pelo estado de abandono da maior e mais cara (para o bolso do contribuinte, evidentemente) universidade brasileira.

Sugiro a todos uma visita ao blog GAP-revolucionário, que traduziu esse verdadeiro mimimi em imagens. Mais direto impossível, o tumblr aponta a fragilidade-ingenuidade-arrogância desses doninhos da verdade, a nossa versão deteriorada de OccupyWallStreet remixada no eixo VilaMadalena-AlphaVille. Como diz um dos posts: culpam o reitor porque estão na USP; se fosse em casa, culpariam os pais.

 

Montagens: GAP-revolucionário


  1. Tas deveria ter vergonha de reproduzir a manchete da revista Veja. E acreditem, os estudantes que ocupavam a reitoria experimentaram e refletiram tópicos que transcendem e muito os falaciosos jargões midiáticos veiculados por vocês. Leiam o manifesto da ocupação e vejam se corresponde ao discurso de “mimados”…http://cspconlutas.org.br/2011/11/estudantes-da-usp-butanta-divulgam-manifesto-sobre-ocupacao-da-universidade/
    Vão estudar ignorantes!

  2. objeto não identificado 6 de janeiro de 2012 at 16:03

    Eu sei que é tarde para comentar este artigo, mas vamos lá:
    De repente, toda a “turba ensandecida” da FFLCH deu o ar de sua graça aqui para tentar justificar o que foi, na verdade, uma verdadeira baderna. Fui estudante da USP há 22 anos; fui um dos “privilegiados” da classe baixa que passou “raspando” na USP. Não pude levar adiante os estudos pelo fato de ter tido que trabalhar. Sim, amigos, precisei fazê-lo porque não tinha dinheiro para poder continuar as aulas que requeriam tempo integral. E vou lhes dizer: a USP não mudou em nada no quesito “revolução”. Se é que se pode chamar assim uma manifestação de um bando de parasitas que não têm hora marcada para bater ponto no trabalho antes ou depois das aulas. Eu bem me lembro dos tipinhos “SOU DO DCE E SOU ENGAJADO” que ficavam interrompendo aulas para chamar todo mundo pra “agitar” lá na Reitoria. E ficavam gritando “POLÍCIA PARA QUEM PRECISA DE POLÍCIA!!” Fui apenas uma vez ao auditório depois da aula, só para ver o que esse seleto grupo de revolucionários discutia. Um não deixava outro falar, só sabiam que deveriam quebrar, bagunçar, e em nenhum momento se cogitou a palavra “conversar”. Não houve discussão, grupos brigavam entre si para tomar o microfone.
    A meu ver, isso não mudou. E nunca vai mudar. A novidade agora foi a tal “greve de alunos”. O que é isso?
    A foto do revolucionário GAP não é fato isolado. O que eu vi todo esse tempo de intelectualoides não foi mole. Ainda bem que esse Tumblr apareceu, quem sabe os próprios revolucionários de merda abram os olhos? Venho ouvindo há anos o termo “REAÇA”. É viral lá na USP. E só vem da boca desses fefeléchis que coçam o saco na biblioteca com uma mão e com outra planejam baderninhas via netbook. Lamentável.

  3. Esse menino GAP , não é estudante da USP e nem filho de papai mora na periferia de OSASCO!mas ficou divertido a imaginação dos jornalistas.

  4. Tas, nem dê bola prá essa criançada aí. Como ex-fefelechiano sei que daqui 10 anos (se muito) toda essa criançada mimada de fralda borrada vai sofrer a “práxis transformadora” da vida real e entender que eram um bando de pulhas.

    Sem mais.

  5. A questão é bastante simples: o que começou com as atitudes talvez mimadas, talvez filhinhas de papai, talvez irresponsáveis de um grupo político de pouca aceitação dentro da usp se transformou num fenômeno muito mais complexo.
    nas assembléias, e nos espaços de discussão abertos, não estão apenas maconheiros, apenas filhos de papai, apenas irresponsáveis. As questões são importantes e legítimas.
    Deslegítima-las através desses rótulos é fechar um espaço de discussão,
    e alimentar a ignorância e alienação. Imagina se alguém na sua juventude dissesse que os vídeos que você fazia com o Meirelles eram ruins por que feitos por jovens de classe – média sem consciência política..
    Não tem muita lógica um cara lúcido como você apelar para rótulos imbecis,
    a única coisa que me ocorreu é a possibilidade de você ter se acostumado tanto ao pão e circo que não consegue mais assumir uma postura que não seja facilmente digerida e aceita pelo grande público.

  6. Como já falaram aqui, respeito a opinião de quem é contrário à greve na USP apresentando argumentos bem embasados. Do contrário, quando se age como massa de manobra da mídia (como é o caso desse texto escrito por Marcelo Tas), não há como haver respeito pelo que é dito.

    Somos maconheiros, vagabundos, filhinhos de papai? Oras, não fumo maconha, estudo e trabalho e bem, sou da classe média alta da sociedade sim. Mas não vejo isso como um argumento válido pra desmoralizar o movimento. Parte dos “filhinhos de papai” está aproveitando as oportunidades que teve na vida, tendo chegado à USP e agora está lutando por melhores condições na educação. Outros estão aproveitando todo o investimento do dinheiro público em benefício próprio, somente para pegar um diploma que tenha o nome “USP” escrito nele. Quem sabe um dia, pelos esfoços dos “filhinhos de papai”, a sociedade como um todo, incluindo todas as classes sociais (veja que nem comecei a falar de socialismo), possa usufruir de um ensino público de qualidade.

    Outra coisa, que vergonha o modo como se refere à FFLCH (não, não estudo lá, sou da Biologia)! Mesmo sendo uma unidade da USP pouquíssimo priorizada pela reitoria no que diz respeito ao direcionamento de verbas, consegue, com seus cursos, ser uma das principais responsáveis pela colocação da USP no ranking mundial das universidades. Sem ela, a USP certamente estaria algumas posições abaixo do que está. Os cursos da FFLCH são, sem dúvida, alguns dos melhores da USP, formando cidadãos que pensam criticamente a sociedade, e não simplesmente os parasitas já mencionados, que passam pela universidade, pegam seu diploma e vão embora, não acrescentando NADA à sociedade que sustenta seus estudos.

    Agora, uma coisa que vejo que é unanimidade no discurso daqueles que são favoráveis à greve na USP é um pedido a quem vê a situação de fora de que se informem. Então, reforçarei esse pedido: Marcelo Tas, informe-se melhor sobre o que está acontecendo, antes de falar besteiras aqui. Se eu fosse uma pessoa de influência, como você infelizmente é, jamais teria a falta de ética, a prepotência e a arrogância de publicar críticas a situações da qual não estou informada. Procure saber: quais são os eixos da greve estudantil; qual o grupo político que ocupou a reitoria antidemocraticamente e qual a porcentagem desse grupo na mobilização estudantil; quantos cursos de outras universidades estão apoiando o movimento; quais as falhas na atuação de Grandino Rodas enquanto reitor da USP (não apenas como diretor da Faculdade de Direito); quais as medidas de segurança de que o campus faz uso hoje e como elas se distribuem pelo campus; como, exatamente, foi a atuação da PM no dia 8 de novembro, tanto na reitoria quanto no CRUSP; o que diz o convênio assinado pelo reitor com a Secretaria de Segurança do Estado de São Paulo e sob quais condições ele foi assinado.

    Mas vou te dar uma dica: você não encontrará essas informações sendo dadas veridicamente na Veja, nem na Globo, muito menos perguntando ao Datena, seu ignorante colega de transmissora. Tenha mais bom senso, por favor.

    • Cara Mayra, obrigado pela visita, tenho também que te fazer um pedido: apesar de fazer Biologia, você precisa manter sua atenção quanto a interpretação de texto. Minha crítica é direcionada exatamente aos fefeléxis da invasão da reitoria, os quais você mesmo critica. Leia novamente, sem raiva no coração e confira.

  7. Você deveria ter comparecido a alguma assembléia que os alunos da USP fizeram ou a algum ato público. Sabe, não julgaria uma opinião contrária desde que fosse feita com argumentos e respeito. Aliás, julgar é bem fácil pra quem está de fora …mais humildade Tas, mimados donos da verdade xingam para se imporem!!
    E essa questão vai além do fato de que uma minoria de estudantes, que contrariaram a assembléia, terem invadido a reitoria. Não use mais isso como argumento pois, quase a unanimidade dos estudantes, mesmo os que apoiam as reivindicações, concordam que foi errado!! Enfim, leia mais sobre o atual reitor da USP, João Grandino Rodas, dos seus feitos e da maneira como ele entrou na USP. Ah, e sobre a PM no campus também..o dia que o estudante Felipe Ramos de Paiva foi assassinado dentro do campus a PM já estava no local. Cade a segurança?
    Somos estudantes, pensamos, somos politizados e lutamos por alguma coisa que acreditamos que seja certo. Não generalize os seres humanos a tal ponto de publicar um comentário tão ofensivo e de pouco conteúdo fora do senso comum!! O movimento estudantil, que estava morto há anos no Brasil está revivendo, você realmente acredita que não tenha nada de honroso nessa questão?

    • Já disse, é importante os jovens serem rebeldes e politizados; o que não significa que para isso eles devam ser arrogantes ou ingênuos. Não me posicionei aqui sobre o tal reitor, aliás esse foi o boi de piranha onde a manada se perdeu… (veja no YouTube, no CQC já fizemos uma denúncia contra este senhor, quando estava na Faculdade de Direito do Largo São Francisco). Resumindo: penso que os estudantes deveriam sobretudo cuidar, honrar e zelar pela USP, mantida com o suado $ público, coisa que a maioria passa longe de fazer. Isso não é generalização, é fato. O resto é blablablá para bovinos sonolentos, como aqueles que mugem nas assembléias da fedida Fefeléxi.

  8. Meu caro…antigamente diziam que Sansão teria perdido a força ao perder os cabelos, eu acho que com você aconteceu o mesmo… você perdeu a inteligencia ficando careca…que pena. Certas pessoas passam por inteligentes quando ficam quietas, pois a gente supõe que eles sejam inteligentes…no seu caso você perdeu uma grande chance de ainda ficar com essa imagem… você demonstra que não é nada alem de um palhaço como os seus companheiros de CQC, ao menos o Rafinha Bastos e o Marco Luque assumem o papel, mas você quer passar a sensação de que não é, mas infelizmente você deveria apresentar o programa com o nariz vermelho…me desculpe, mas você esta se comportando como um ignorante…portanto fique quieto… você demonstra com sua opinião que é tão ignorante quanto todos os políticos que você critica tanto….abraços e saudações…espero que você venha para Campinas fazer suas palestras…terei grande prazer em te encontrar….

    • Marcos, ser chamado de “palhaço” é um grande elogio. Espantoso é, nessa altura do campeonato, você me mandar “ficar quieto”, democratazinho de meia tigela.

  9. Ainda bem que nunca esperei nada de você. Coitados dos que esperavam!
    Texto ridículo e sem nenhum fundamento… lamentável reduzir um debate a este comentário patético. Pelo menos nem notícia é!

  10. E aliás, Tas, mais uma coisa, que você criticou de um comentário: que democracia é respeitar assembleia.
    Então, reclame com os estudantes que não aderiram à greve da Assembleia. Se eles respeitassem a decisão da Assembleia, deveriam estar TODOS em greve. E se tinham todos contr,a porque não foram lá exercer seu voto?

  11. Bom, sei que não vai ler, mas o Tas me decepcionou muito. Pra começar ao se utilizar dessas imagens ridículas, feitas, assim como o discurso dele, por quem não se informou direito sobre o assunto. Se você leu Veja, Folha, Estadão, desculpa, não se informou. Ou melhor! Só se você leu Veja. Pois ATE´a Folha e o Estadão “perceberam” que estavam errados (lógico que não admitiram dessa forma) e começaram a publicar notícias que retratam um pouco melhor o que de fato são os protestos e reivindicações dos estudantes da USP.
    Só queria que vissem um fato: se fosse somente alguns alunos da FFLECH que são mimados e mimimi como vocês dizem, não teríamos greve em VÁRIOS cursos da USP, apoio de PROFESSORES, apoio de pesquisadores, apoio de outros campi E universidades. Agora se vão continuar nesse discursinho de “maconheiro, mimado, comunista blabla”, por favor, me poupem. Até parte da mídia percebeu que a questão é muito mais do que aparentava.

    Informem-se um pouco mais antes de sairem REPRODUZINDO o que a mídia manipuladora vêm dizendo. (só pra citar, a Veja diz que a desocupação foi com SERENIDADE, sendo que já é sabido que foi violenta, e o reitor foi convocado para audiência pública para se pronunciar a respeito)
    http://obauerrante.blogspot.com/2011/11/midia-e-questao-na-usp.html

  12. Tas, por favor…. pare de “se defender”, analise estas informações que, antes, você não teve acesso e reflita!

    Te peço, de coração!

  13. Gabriel Vedovello Batista 21 de novembro de 2011 at 22:38

    Proponho um velório ao Ernesto Varella.

    • Gabriel, quando eu fazia o Ernesto Varela também não era unanimidade. Quem sabe daqui ha alguns anos, voce nao se envergonhe de defender essa mocadinha sem pontaria. O tempo é assim, meu velho, implacável contra a falta de consistência.

  14. Acabou a farra
    Formigas mascam restos de cigarra – Leminski

  15. GOSTARIA DE SABER QUAL O OBJETIVO DE TIRAR UMA FORÇA DE SEGURANÇA PUBLICA DE UMA ENTIDADE DE ENSINO,NO MAIS ELES VIRARAM A “XACOTA DO ANO”.ELES TEM QUE PROCURAR UMA CAUSA EM PROL DA EDUCAÇÃO PRA MANIFESTAR,NENHUMA UNIVERSIDADE/FACULDADE DO BRASIL TA DO LADO DELES E OS VERDADEIROS ESTUDANTES DE SP ESTÃO DE PARABENS POR NAO ADERIREM A ESSA “XACOTA”…QUAL A CAUSA?O QUE VAI MELHORAR PARA O ENSINO DO PAIS SE A PM SAIR DE LA?A PM SAINDO VAI SER CONVENIENTE PARA FAZER O QUE? AAA VAI PROCURAR UMA CAUSA!!!! PROCUREM SE INFORMAR SOBRE A MANIFESTAÇÃO DE VERDADEIROS ESTUDANTES IGUAL LA NO CHILE.NO MAIS PAREM DE PAGAR MICO.

    • Wallan Braga Ramos Martins 21 de novembro de 2011 at 14:53

      Àqueles que desconhecem a atual situação das universidades públicas, procurem se informar para que o diálogo possa sair do senso comum e termos um debate qualificado.

    • É CHacota. Aprende a escrever…

  16. Realmente esse país está cada vez mais estúpido e idiota. Essa ocupação é só um ato criminoso de “estudantes” profissionais alienados e/ou que agem de má fé.Se o simples fato de constatar isso que é o óbvio ululante é motivo de revolta eu temo pelo futuro da elite “intelequitual” da nossa republiqueta das bananas.Aliás,pelo amor de Deus
    ,privatizem essas estrovengas chamadas universidades públicas,a USP que é a menos pior do Brasil não está nem entre as 150 melhores.Citem-me 10 grandes filósofos por exemplo,ou sociólogos que esse templo do proselitismo político produziu nos últimos 20 an0s.
    ;
    Em tempo:A cidade universitária é um espaço público e a PM não precisa pedir licença pra policiar o espaço público.

  17. Só vim comentar agora essa indecência pque não me sobrou tempo…

    Sabe porque senhores, senhoras, senhoritas, meninos barbudinhos e “anarco-revolucionários-cheguevaristas-fidelistas-trotsquinãoseioque-do mané do marx”?

    Porque vossas-senhorias, estudantes “danados letrados inteligentes e sabidos” não sabem o que é pagar imposto, nem tão pouco o que é pegar no batente e suar a camisa. Ficam ai de lero-lero e conversinha de ditadura para “mamar” nas “aviltosas” tetas do governo que ainda dá estudo “na faixa dis grátis” prum bando de “filhinhos de mamãe perua” que nunca tiveram a preocupação de pegar no “cabo da enxada”(palavras de meu falecido e saudoso vovô) e ficam nessa pouca vergonha de protestinho e levante.

    Eu sou a favor de “sentar o produto provindo da amazônia” no lombinho róseo de vocês que ficam ai dando uma de “soldadinhos da revolução” e aproveitando para depredar patrimônio público. E além de tudo ficam ai de “laricação” enchendo o rabo de “fuminho du bão” e querem ter toda a razão do mundo. Se não me engano taí nessa porcaria de código penal que o “cigarrinho do cramunhão” é ilegal, passível de tomar um “baculejo”, ir conversar com o “dotô” e levar um TC no lombinho rosado. Uai, se sabe que já é assim, que o bixo vai pegar mesmo, fume a trozomba e assuma os riscos.

    Tão querendo serem socialistas??? Pega no cabo da enxada, vai fazer uma horta comunitária e distribua pra quem tem fome. Vai ajudar num hospital, num asilo, num abrigo de menores abandonados ou seilá onde. Façam a diferença no dia a dia, mostrem que realmente estão preocupados com a sociedade. Ficar de “churrasquinho com uns bom drinks” todo santo fim de semana, com musiquinha de porra louca é fácil, mas fazer calo nas mãos é indesejavél, pque “o momô não gosta de mãozinha rústica”.

    Vão a m#$%¨¨ pra ser mais exato.

    E fim de papo…

  18. pois é, porque retirar 70 alunos usando a força de 400 policiais é bem razoável.

    • Srs “estudantes” da Usp que fizeram esta “manifestação”, não sei o que vocês
      “reinvidicam”, o que foi divulgado a grosso modo que se “rebelaram” pq a Pm
      prendeu 3 maconheiros ,ops perdão, “estudantes”, que claro, se achavam no
      direito de consumir uma droga ilícita, adquirida de traficantes que matam, tocam
      o terror por aí e etc…, dentro de uma das maiores instituições de ensino da América Latina. Eu tenho 2 filhas, se uma delas estivesse nessa “manifestação”
      eu tiraria ela de lá pelos cabelos, Vocês querem consumir seu baseado, que vão
      fumar estra desgraça lá na casa do Carvalho, se é que vcs me entendem….
      Parabéns Marcelo Tas por tudo o q vc escreveu no texto acima !!!

  19. Sugiro que antes de sair publicando esse tipo de opinião com base no que realmente esta passando na tv e não com o seu conhecimento de cidadão e de outras fontes, o senhor, Marcelo Tas, vá até uma assembleia dos alunos na USP saber o que de fato esta acontecendo, para não veicular notícia errada e alienar quem por ventura, lê o seu blog.

    • Concordo com a sugestao da Bruna, acho que antes de sair publicando esse tipo de opiniao, feita com esses termos, va antes se informar sobre os verdadeiros motivos de reivindicaçao dos estudantes da USP, saber o que realmente esta acontecendo. Lendo os comentarios, em diversos sites, me parece que as criticas feitas aos estudantes da USP, nos termos em que ela é feita, é proveniente de um tipo de inveja aos estudantes, que tem o privilegio de estudarem em tal instituiçao. Quer dizer, entao, que quem faz parte de uma classe privilegiada e, portanto, maior acesso à USP, nao tem direito de fazer suas reivindicaçoes?… Me parece tambem que essas criticas sao construidas unicamente pela influencia da midia convencional. Nao percebo uma critica contudente ao estudantes!… Nao sou aluna da USP, e vendo de fora, eu entendo que a manifestaçao dos estudantes é legitima. Alem disso, percebo essa manifestaçao como fazendo parte de um movimento maior, global, mais democratico, que esta acontecendo em varios focos e sobre os mais variados temas na sociedade.

  20. Pois é Tas… fazer protesto pra fumar maconha.. ficar doidão e sem neurônio… esse é o vergonhoso futuro da nação!!!

  21. Na primeira leitura do seu texto estranhei muito; pela imagem que tinha de você: CQC por algumas pautas, (mas ainda prefiro Varela, talvez por nostalgia de algo que nem vivi) rá-tin-bum, etc…. por isso continuei fuçando;
    Li os comentários e suas respostas, depois passeei pelo blog, encontrei http://www.bradoretumbante.org.br/ – vale a pena.
    Reli o texto. De fato você usou um discurso que poderia muito bem estar na Veja- mas prefiro pensar que foi intencional- gerando mais discussão pelo fato de ser você quem escreveu. Não é um paradoxo com seu texto o fato de essa ocupação sem legitimidade, ter escancarado as posições e reações de todos?! E mais adiante, a falta de auto-consciência de nossas opiniões e ações?- em suas respostas aos posts, é onde vc cutuca.
    Pra terminar, não sei se vc foi irônico ou não, nem claramente o que acontece na usp, mas é fundamental que todos procuremos entender melhor a nós mesmos.
    Pra não terminar generalizando mas fazendo-o: sou pelo fim do “convênio” da Sec. de Segurança com o Brasil, não apenas com a Usp; pela descriminalização das drogas e pela educação pública de qualidade!

    • Parece que o Tomás prefere pensar que o Tas-Varela procura, ainda, causar incômodos. O problema é que sua manifestação vem ao encontro das forças mais conservadoras. É preciso discurtir os poderes dentro da universidade, e não tratar a USP como uma instituição privada, que tem um DONO! Tass-Varela: é preciso ser mais analítico e político! Que tal pensar sobre o que significa a segurança hoje? Você acha que é por causa da maconha que tudo isso aconteceu? Você acha mesmo que tudo aconteceu porque existe um grupo que você julga “mimado”, que quer fazer prevalecer os seus desejos mais privados? Há muito sobre o que pensar sobre tudo isso!!!! E você Marcelo, como pessoa forte diante da opinião pública, não pode simplificar dessa maneira tais acontecimentos. E veja, não concordo com a forma que foi decidida a invasão da reitoria!

  22. Marcelo Tas, por favor, não se faça de desentendido, você que já foi da casa sabe que, apesar da infelicidade da invasão da reitoria, a permanência da PM dentro de um campus universítário é por si só controversia. Comentários do modo como você tem feito em relação à FFLCH só pode ter sido para dar ibope ao seu blog, digo isso por ter acompanhado seu trajetória, e ser um ex admirador de sua pessoa…
    Você age da mesma maneira que toda a mídia que você tanto condenou ao longo de sua carreira, mas já estamos acostumados e ver o FHC pedir para esuqecermos o que ele escreveu outrora. Como citado anteriormente as insatisfações com o autoritarismo nas grandes universidades públicas, tanto federais como estaduais, não são mimos, muito menos nostalgias de tempos de ditadura. A PM não dá conta da cracolândia vai querer amedrontar estudantes? Não sou a favor do uso de qq tipo de drogas(excessão dada ao uso medicinal) msm que para fins recreativos. As consequências vão desde problemas de saúde pública até violência, envolvendo jovens que não puderam ter acesso à melhores informações para construção de personalidade crítica. Poderia escrever infinitas linhas visto que vejo o problema de perto, sou da Z/L, não faço parte do GAP, que aqui no CAASO tem outro significado, mas não apoio a PM no Campus, sempre criticamos, de um modo geral, os excessos da PM contra trabalhadores, não podemos tolerar contra estudantes. A punição deve ser estuda e discutida mas preste atenção pois já existe uma nota da própria universidade com relação ao fato ocorrido.
    Acompanhe: http://a2.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/s320x320/382676_1998491255901_1652103157_31566869_2034309229_n.jpg
    Por favor, mais uma vez, não misture as coisas para que pareçam o que querem que elas pareçam ser… Se não concorda, ponha outros argumentos sem preconceitos…
    Estou profundamente magoado com seu texto apelativo para obter acesso ao seu blog

  23. Marcelo Tas
    Fico Muito triste com a publicidade que vocês todos da mídia dão à ocupação da USP
    Nós da Universidade Federal de Rondônia estamos em greve há 2 meses e nada é divulgado pelo Brasil afora. Lutamos por condições básicas de ensino e funcionamento da universidade e contra a corrupção. A reitoria vem surrupiando o dinheiro público que chega até à universidade. Todos aqui em Rondônia sabem quem segura o atual reitor Januário do Amaral, um tal senador, o qual vocês descobrirão caso venham até aqui. Por favor, olhem para Rondônia, aqui também é Brasil.

  24. Nós do Instituto de Artes da Unicamp estamos tentando fazer protestos aqui também, para uma universidade melhor, mas espero que não achem ninguém com camiseta de marca entre nós, se não perderemos toda a nossa razão e direito de protestar, não?

    http://www.youtube.com/watch?v=3yJY3FUd2a0

  25. Não vou entrar no mérito dessa discussão mesmo que, aparentemente, tenha começado pela repressão ao uso de maconha em local público. Mas me lembrei de meus tempos de estudante e, depois, de trabalhador sindicalizado. Quando havia reuniões para definir algo, como uma greve, as “lideranças” repetiam as votações tantas vezes quantas as necessárias para que os que fossem contrários se retirassem até virarem minorias. Essa continua sendo a política padrão dos DAs, UNEs, CUts e outros?

  26. Quero defender o post do tas sobre as atitudes dos tais 70 acéfalos. Achei correta suas palavras e seu posicionamento. Mesmo que num segundo momento os próprios alunos, como maioria, tenham repudiado tais atitudes esquerdóides-anarquistas, num primeiro momento foi o que se viu, e o que atingiu a opinião pública. Maconha, PM, sentimentos de injustiça pela detenção e a posterior invasão da reitoria -sobre isso o marcelo comentou e nada mais, em seu post.

    A situação como um todo, fora a parte da ‘guerrilha contra o imperialismo, a ditadura e o desodorante’, é o que se desdobrará agora.

    Virada a página dos 70 punks, agoara o Tas pode se manifestar…

  27. Aqui esta a fedidíssima FFLCH seu careca reaça infeliz.

    http://fflch.usp.br/node/1762

    Agora perca 10 minutos da sua vida, veja esse vídeo, e entenda porque não queremos a doçura da PM no campus da USP.

    http://vimeo.com/11639619

    • E todas as suas respostas são ridicularizando a escrita de quem comenta?!
      Sério?!

      Olha, espero que seja um estagiário qualquer que comente os posts… pq pra um cara que vai na TV protestar e “exaltar” a democracia, usar “erros de português” como argumento para desmerecer qq coisa é lamentável!

    • O que cansa mesmo eh todo mundo falar sempre a mesma coisa: a visao mais obvia sobre a “revoluçao vazia” ser considerada reacionaria e moralista. Os argumentos precisam ser muito melhores pra esse ativismo ser relevante, pra tudo isso ter mais credito e fazer sentido, que tristeza! Decepçao com os melhores do ranking de inteligencia =/

    • E percebi um preconceito contra carecas aí, “cumpanhero” letrado…

  28. “Fedidíssima e decadente FFLCH”? Como assim? Cadê o porquê? Porque você mesmo não testa o nível da casa tentando entrar em uma pós? Duvido que tem capacidade pra passar…

  29. “daria uma tese e tanto na fedidíssima e decadente FFLCH”. Decadente? Será mesmo? NÃO! “Segundo ranking internacional feito pela TopUniversities, nove cursos da Universidade de São Paulo aparecem entre os 200 melhores do mundo. Dentre esses, seis são da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas: Filosofia, Sociologia, História, Linguística, Ciência Política e Geografia” (http://fflch.usp.br/node/1762).
    Você e todos os demais que escreveram tanta bobagem essa semana só conseguiram passar ignorância com textos pautados em uma argumentação pífia e de conteúdo extremamente moralista.

  30. “NÃO publicamos:

    Comentários com palavrões ou agressões gratuitas.”

    Mas seu texto pode ser publicado, né Marcelo Tas? Isso aí que vc escreveu é uma agressão à nossas mentes!

    Tá difícil acreditar q vc tenha escrito isso, difícil acreditar que sua cabeça careca pensa assim, que vc tenha abordado tal situação dessa maneira.

    Estou morrendo de vergonha de vc!

    Quanto vc recebe ($$$) do PSDB pra fazer esse tipo de panfletinho reacionário aí?

    Enquanto estudante, organizada de forma bem distinta do pessoal da ocupação da USP, entendo sim que a ocupação de lá em si teve mtos problemas e controvérsias, agora nos poupe, marcelo tas, desse senso humor medíocre, é de embrulhar o estômago!

    • Porque a esquerda é formada por menininhos mimados, que têm que inventar inimigos emblemáticos para se sentirem em algum objetivo. Assim sendo, o Fidel é o melhor amigo deles, o Guevara o messias, e os livretos comunistas , suas bíblias. Acham que todos que não concordam com eles são naturalmente de esquerda e, todos os inimigos americanos, são por consequencia seus potenciais amigos de charutada. Daís, tomam cerveja com Stalin, Kadaffi , Sadam, ETA, Zapatistas, e todos estes meigos movimentos, que têm mais morte nas costas que todas as guerras somadas. Lógico, mortes por um ideal maior (na cabeça deles , claro) Se não frear esta patota toda, o talibã Chico-Buarqueano peleguista, se instaurará facilmente. O duro é que eles são a única linguágem masi proeminente na cabeça de alguns estudantes, que questionam este sistema louco politico nosso. Claro o fato de o lider do Sintusp ter alojado o Battisti , é só mais um detalhe de como esta galera gosta de cobrir assassinos.

    • Por que toda “esquerdinha” pega dea calça curta logo acusa o autor da critica de ser do PSDB?

  31. Tas.

    Resumir complexidades da esfera pública em esteriótipos é a maneira mais preguiçosa de jornalismo.

  32. Só para esclarecer, a USP é a universidade mais cara da América Latina porque em seu orçamento de 34bi de reais ao ano consta o orçamento do Hospital das Clínicas de São Paulo, do Instituto do Coração e de outros hospitais ligados ao HC que atendem no convênio SUS e fazem pesquisas importantes a nível internacional, além de diversos outros núcleos e serviços que fazem pesquisas tão importantes para a sociedade quanto as do HC.

  33. Pingback: Caiu na rede é peixe | MVL

  34. Poxa vida em Marcelo Tas, vc que estudou Engenharia Civil na USP (Poli), depois foi para a ECA (Escola de Comunicações e Artes )-USP… E tem a capacidade de escrever essas m****, Você que me parecia uma pessoa tão inteligente comandando um programa de TV que defende o direito das pessoas, que luta contra a corrupção. Acho que vc mandou alguém escrever essas coisas, não eh possível…
    Sou estudante da USP – São Carlos, estudei a vida toda em escola pública, ralei no cursinho pra entrar aqui, e pra q? pra ser chamado de mimado? Ainda mais por um ex-estudante da USP ?
    Acho que vc se contaminou com o próprio veneno da mídia manipuladora, que sempre mostra o lado dos mais fortes ($$$)…Informação é tudo, aprenda com esse cara aqui: http://ultimosegundo.ig.com.br/colunistas/mateusprado/conflitos-na-usp-vao-alem-da-presenca-da-policia-no-campus/c1597362040642.html

    Sobre os acontecimentos: Sou contra a invasão da reitoria, sou a favor da PM no campus. Houve excesso por parte dos 70 “alunos” e por parte dos 400 PMs, Cavalaria, Helicópteros..etc… O estopim de tudo isso foi um tiro no pé dos alunos, uma hora ou outra isso iria acontecer, e aconteceu de forma desorganizada e ingenua. Porém, o Magnifico Reitor mostrou seu “poder” de guerra aos alunos, usou a força contra estudantes (cadernos e livros são perigosos).
    O que acontece na USP hj eh uma insatisfação com a atual reitoria, no link acima explica-se muito bem a situação da USP hoje…

    Então, Sr Marcelo Tas, como uma pessoa da mídia procure-se informar melhor sobre a real motivação dos movimentos estudantis antes de sair chamando todo mundo de mimado-desocupado-ignorantes , um dia vc foi estudante da USP e deveria se orgulhar disto…

  35. A universidade que recebe a maior verba, como vc mesmo disse, não tem grana pra dispor de um sistema urbanizado de qualidade, com um sistema de segurança que não seja tão volúvel quanto cães que sob ameaça atacam o próprio dono? Ou apenas não se importa com isso e utiliza de um sistema envolvendo uma polícia que, como todos os brasileiros estão cansados de saber, não é sinônimo de segurança.
    Como universitário que sou hoje, acho inadmissível essa decisão ter sido tomada sem um amplo debate sobre suas consequências. Mas pior que isso, certamente, é ver pessoas como você, que na minha concepção era inteligente o suficiente pra entender que o caso não é tão simples assim, fazendo piadas ridículas e sem sentido. Francamente, taz, você já foi melhor que isso.

  36. Quero ver passar na EPCAR com 14 ou 15 anos como vc passou, apoiado.

  37. EZEQUIEL R. SANTOS 11 de novembro de 2011 at 15:20

    Boa Tas!!!

    Confrontados com a verdade, essa corja começa a se defender dizendo que tem reinvidicações legítimas, que a “mídia golpista” distorce os fatos, mas não dizem qual a sua real reinvidicação. Não dizem mas demonstram: os cartazes na USP “bradavam” em tom “uníssono”: FORA A PM!

    Pergunte a uma criancinha: “bebê, quem é que não gosta da polícia?” Mesmo ela, vai responder: “bandido, titio!”. Oras, então os “estudantes” que querem a polícia fora do campus são o que?

  38. Que decepção! Logo vc Tás? Adjetivos chulos, mal informados, baseados numa mídia que está manipulando tudo. Esperava muito mais de vc.

  39. Tas, você me decepcionou profundamente, assim como a todos que realmente sabem o que está acontecendo na USP. E, se quiser saber, vá lá! Seria ótimo, inclusive. Sua visão está completamente distorcida e sou obrigado a falar que você só falou besteira nesse seu texto.

    • A gente se pronuncia como pode. Já que a imprensa edita todas as nossas falas pra parecer que somos terríveis, o facebook está bombando com gente da USP, MUITA gente da USP, apresentando argumentos mais do que válidos e racionais, como o postado pelo “A Maioria” aqui acima, ou abaixo (não sei onde vai ficar esse post). Realmente, é a opinião DA MAIORIA.

      Quase chorei de angústia quando li vossa comparação de alguém condenado internacionalmente pelos seus atos e ESTUDANTES, praticamente TODOS eles, da melhor universidade da América do Sul (e não é à toa), supostamente a “elite intelectual”. Apesar que depois dos acontecimentos que tenho presenciado, até o Maluf está com mais credibilidade que a mídia.

      A questão é que, como acho que já foi mostrado aqui pelas outras respostas, de fato estamos mobilizados por algo um tanto profundo, apesar de não parecer. Ou melhor, apesar de não ser mostrado.

      Então, por favor, xará. Não faz isso com a gente. O mundo mudou mas a gente é gente como o senhor foi um dia. A intenção da maioria é realmente a melhoria da nossa faculdade.

      Espero que entenda o apelo e o desespero de todos nós ao vivenciar tanta deturpação por parte dos veículos de comunicação, e que seu senso crítico comece a nos ajudar a reverter isso.

    • los tres maconheiros e a revoluçâozinha – da série ‘Já vi esse filme’.

      Aparentemente os 70 cabeças da revolução resolveram comentar aqui no blog do tas, o que torna o espaço privilegiado.

      Mas, em uma declaração de 250 professores da USP, hoje, afinal ficaram mais claros os objetivos de um movimento – que bem poderia nascer daí, se abstrairmos los tres maconheiros. Na boa já enjoei dos 70 baderneiros e desse assunto.

      Agora, com professores lúcidos e alunos em bom nível, discutindo, inteligentente, a USP só tem a ganhar. Se tudo não mais importante não acabar ficando obscurecido pela gritaria.

  40. Eu sou estudante da USP, não sou maconheiro, não sou vagabundo, não sou filhinho de papai, passo madrugadas estudando (como você deve saber nossa grade horária é bem puxada) e estou para me formar no perfil adotado pela Universidade.

    Acho uma covardia este tipo de postagem feita por um formador de opinião com grande apelo nacional, isto só da audiência para um caso onde 70 alunos (há controvérsias se todos eram mesmo alunos da USP), que não são nem 1% dos estudantes da nossa universidade, desrespeitaram a decisão da maioria votada em Assembleia. Atitudes como esta só ajudam a voltar à opinião pública contra nós que temos reivindicações legítimas que ao contrário do que a maior parte da mídia está rotulando, não tem nada a ver com o uso de drogas.

    Não sei o quanto você se informou sobre o assunto e qual seu interesse nele, mas gostaria de pedir que antes de fazer outra postagem relacionada a isto você procurasse entrar em contato com algum estudante que realmente faz parte da maioria. Maioria essa, que se mostrou evidente na assembleia ocorrida no dia de ontem 10/11/2011, a qual é contra a qualquer tipo de depredação ou ato fora da lei, porém que acha que a situação a que chegamos é inadmissível e alguma coisa deve ser feita, e repito, sem nenhum tipo de depredação ou ato fora da lei. Não somos terroristas, não somos ignorantes, somos estudantes!

    • às vezes, tas, eu sinto uma tristeza quando leio o que você escreve… como soltar um “estudantes fedorentos merecem prédios fedorentos” sobre a ocupação da adminsitração da fflch. acho que escolas de comunicações e artes merecem ex-alunos mais críticos e menos generalistas. (estudo na fflch, tomo banho – o que não vem ao caso – e já cheguei a dividir classe com mais de 200 colegas. acho que a gente merece um pouco mais do que temos recebido)
      concordo com tudo o que disse o matheus. não me senti representada pelos 70 que ocuparam a reitoria. as coisas foram feitas de forma passional. o que é um erro, mas menos grave do que os que os gestores públicos têm feito e proposto. criou-se uma comissão de diálogo que tentava resolver a situação de modo pacífico. a mídia, porém, não fez muita questão de entender que comissão era essa e como ela funcionaria. os estudantes infelizmente não souberam explicar o que queriam e como queriam. e acho que nesse momento, nós (conjunto de estudantes) estamos nos pronunciando (http://bit.ly/w4fiOd), estamos nos mostrando (http://bit.ly/vUApAX) e estamos nos mexendo.
      um grupo de estudantes não deveria ter agido com as paixões, mas agiu. agora os que não os apoiaram mas que não apoiaram a ação policial da última terça-feira temos tentado fazer algo diferente. acho que, a princípio, caberia ao Estado ter sido menos passional do que a opinião pública que naquele momento queria ver rostos, ter nomes, queria a humilhação pública de um grupo de pessoas que talvez estivessem dormindo na hora da chegada da tropa de choque (http://bit.ly/swjC82 – atenção à parte ‘A PM vai estudar o melhor momento para realizar a reintegração de posse e, a princípio, esse momento não será no meio da madrugada’, afirmou a assessoria da corporação”; foi no meio da madrugada, ainda estava escuro, cercando o CRUSP, com 40 cavalos, 400 homens, 4 helicópteros, rocam, goe e gate – isso é o bom uso do dinheiro público?).
      acho, tas, que como comunicador, você deveria ir para além de um tumblr ou dos consensos e procurar outras fontes. não tá proibido rir (eu, mesmo me envolvendo cada vez mais com a situação, já parei pra tirar sarro de algumas coisas desses acontecimentos – talvez num humor com alvo contrário ao seu, mas ainda assim, não tá proibido rir).
      [espero que você leia, deu mó trampo escrever tudo isso e ir atrás dos links ;) nem todo estudante de esquerda da usp é contra a imprensa, mas há que se agir com ética e responsabilidade sempre]

    • Prazer, me chamo Deise, tenho 22 anos, sou aluna do curso de letras na FFLCH, moro em Osasco, estudei a vida inteira em escola pública, trabalho desde os 16 anos, e desde os 18 contribuo com 50% do sustento da minha casa. Durmo 4 horas por noite, gasto meus fins de semana em trabalhos da faculdade e consigo, além de tudo isso, refletir sobre o estado do mundo em que eu vivo e participar de ações que visam modificá-lo.
      Venho até o senhor para convida-lo a passar um dia conosco, na FFLCH. Podemos assumir o compromisso de tomar banho, juro! Assim o senhor conhece a tensão que é viver naquele lugar: a faculdade mais estigmatizada de toda a USP! Venha, e garanto que o senhor vai compreender o desespero daquelas pessoas que ocuparam o prédio da reitoria.

    • Isso mesmo! Marcelo Tas é uma decepção!!!!! Aff

    • Os filinhos de papai do interior estao se movendo.
      http://www.facebook.com/photo.php?fbid=2374449775041&set=a.2374449735040.2119914.1664473754&type=1&theater

      Na proxima mobilizacao vamos todos de chinelo e bermuda, pra nao ter problemas nos esteriotipos, ou seria mlehor de terno e gravata? Lembrando que a democracia esta se valendo entre os alunos aqui do campus Sao Carlos, apoiando as CAUSAS e nao a maneira como foram feitas.

    • Nós estamos nos organizando, estamos nos mexendo, estamos estudando maneiras inteligentes de nos mostrar, mas infelizmente ainda somos o lado mais fraco.
      Precisamos da ajuda da mídia, precisamos do apoio de gente com influência que esteja realmente preocupado com a educação no país, precisamos que a população tenha acesso a informação como um todo, não só parte dela para que ela realmente possa formar sua opinião baseada em tudo que está acontecendo, e se forem discordar de nosso propósito que seja pelo motivo certo e não por sermos “maconheiros” e “vagabundos” como estamos sendo taxados, o que realmente NÃO É VERDADE!
      Não podemos também acorrentar radicais que não nos representam e impedir que façam essas manifestações que não apoiamos. Muito menos podemos impedir a mídia de divulgar o que bem intender.

    • E aí Tas, tá fazendo escola com o Reinaldo Azevedo?

    • Então, meu caro Matheus, se pronunciem, se mostrem, se mexam… senão os tais 70 representam vocês.

  41. Não kero polemizar e dar ibópe para um assunto que já virou manchete, mas qual a verdadeira causa dos estudantes da USP??? Vejo em blogs, FB entre outras redes sociais os estudantes tentando se defenderem de forma evasiva, pouco convincente e elucidativa. Se a verdadeira causa é dizer não ao policiamento ostensivo dentro do campus qual a proposta alternativa??? Se estes alunos dizem estar lutando pela democracia oq eles tem feito efetivamente para melhorar o nosso país??? Acho que estes estudantes deveriam ser mais objetivos em suas ações…ou será que a maconha queimou seus neurônios!!!

    • Neurônio não-queimado 22 de novembro de 2011 at 1:27

      É impressionante como as pessoas sofrem de desinformação e são os estudantes que são atacados! Sinceramente, não vou comentar a forma como seu comentário foi feito e me ater à sua indagação. Proposta alternativa? É o que estamos propondo há anos e o REItor Rodas resolve não nos escutar!
      Queremos segurança, provida pelo plano de segurança há muito exigido pelos alunos. Iluminação pública muito maior nos campi; guarda universitária concursada, com melhor treinamento e com seu contingente aumentado; maior abertura dos campi á população para permitir maior circulação de pessoas, como o metrô indo até o Butantã.
      E caso não saiba, o que o nosso Magnífico REItor fez desde que assumiu foi apenas ignorar as propostas, cortar contingente da guarda e priorizar rondas diurnas e próximas à reitoria. Será mesmo que ele colocou, aliás, enfiou a PM dentro do campus de São Paulo porque se preocupa mesmo com a segurança?
      PENSEM! E COM NEURÔNIOS INTEIROS, NÃO-QUEIMADOS, EU ESPERO! Porque senão vocês continuarão a falar besteiras esteriotipadas sem pensar!

  42. Uma pessoa de (infeliz) influência como você devia pensar um pouco antes de falar sobre algo. Qual é o objetivo desse blog? Reproduzir o senso comum? Ser uma Veja de fachada descolada? Parabéns, teve sucesso nessa tarefa.

  43. Parabéns Tas, acaba de perder um grande fã…

  44. A verdade é que ninguém que não fez USP pode ter opinião. A maioria desses alunos – que, por sinal, muitos estão lá há milênios e não têm nem vontade de trabalhar e arranjar um emprego – acredita que não existe vida inteligente fora de lá. Pra quem está “lutando” por liberdade de expressão, isso me parece bastante repressivo. Mas de uma coisa eu sei: nunca vou desprezar o esforço de muitos em pagar um imposto para destruir bens públicos. Se fosse pacífico não haveria agressões a jornalistas – que estavam trabalhando. E acho, sim, que a Língua Portuguesa deve ser respeitada. Afinal, não estamos pagando pra eles saírem escrevendo de qualquer forma. Mas… Eu não estou lá dentro, então não sou capaz de formar uma opinião sozinha e, por isso, não posso me expressar, né.

  45. Quando a gente não tem nada realmente importante pra dizer, deve ficar calado. Caiu no meu conceito, Tas. Fraco, muito fraco…

    • os “magoadinhos” estão lotando passeatas com mais de 5mil pessoas, frequentando assembleias e fomentando uma discussão livre de preconceitos e determinismos. E, pasme, não é pelo direito de fumar maconha livremente. Muito pouco? Reduzido, imediatista e simplista é o seu discurso. Impressionante a quantidade de manifestaçnoes violentas que o seu post incitou, Curioso, né? Seus apoiadores, em sua maioria, festejam a ação da polícia, e lamentam que “não tenham arrebentado os delinquentes”. Mais do que cuidado com o PRECONCEITO, o sr. deveria tomar cuidado com o tipo de ideologia que está por trás do seu discurso.

    • Gozado, voces, decepcionados com a minha opinião… Parece que o gato comeu a lingua de voces. Cade o por que? Cade o coracao na reta? Ninguem é obrigado a concordar comigo, claro, mas ficar só magoadinho é muito pouco

  46. Tas, acho que você consegue escrever muito mais e melhor que isso!!!

  47. Estudantes que invadem apesar de perderem em votação feita por eles mesmo, pra mim perdem sua legitimidade. Um Estado que permite uma frota imensa de policiais convocados para retirar e prender “ameaçadores” estudantes enquanto tantos outros lugares ficam desguarnecidos e constantemente sem proteção, perdem sua legitimidade. Não me importa quem sejam os mocinhos e os bandidos, mas sim como eles agem para chegar ao seu objetivo. Com ctz esse post chamara bem menos atenção do que o último clip da Rihanna.

    Costumo ser contra mensagens de felicidade ou de salvações do que quer que seja via facebook, blog, email, etc, nunca mandei, compartilhei ou o que fosse, mas seria estúpido da minha parte ser indiferente ao que acontece ao meu redor… que explodam os estudantes da ocupação!! que explodam os policias!!! o que nos falta é tolerância (inclusive a mim por mtas vezes e pelo que posso constatar ao senhor tbm Marcelo Tas), criar “correntes” sempre me pareceu rídiculo, mas antes me tornar ridículo que não me tornar coisa nenhuma. Espero que ainda nos sobre amor:

    http://www.youtube.com/watch?v=3OmQDzIi3v0

    Quanto ao senhor Marcelo Tas, não tenho competencia para fazer um julgamento de alguém que não conheço pessoalmente, até onde acompanho pela tv, vc sempre me pareceu um cabeça indignada com a condição da população brasileira e o principal, uma cabeça pensante. Quando li seus comentários só posso dizer que reagi com tristeza por alguém com um poder tão grande de ser ouvido dar uma opinião aguda que claramente não afetará em nada nenhuma nova discussão sobre o assunto, que pelo contrário, como se pode ver lendo os posts em sequencia, só fomentou raiva entre ambos os lados.

    Muito triste, espero que leia este comentário.

    abrs

  48. O Tas come Veja e arrota Carta Capital.
    Quer dizer… arrotava, porque ultimamente os arrotos dele tão mais pra revista Caras, descaradamente.

  49. E aí Tas?!?

    Qual é a sua próxima jogada?

  50. Vinícius Paoliello 11 de novembro de 2011 at 5:54

    O Marcelo Tas PERDEU A OPORTUNIDADE DE FICAR CALADO. É um absurdo a forma SIMPLISTA, PRECONCEITUOSA E RASA com que o Marcelo Tas tratou de um assunto de importância impar para o cumprimento da democracia no país.

    Leia, Marcelo Tas, alguém que sabe o que fala: http://ultimosegundo.ig.com.br/colunistas/mateusprado/conflitos-na-usp-vao-alem-da-presenca-da-policia-no-campus/c1597362040642.html

    • Qualquer critica ao movimento dos estudantes é considerada rasa e simplista, só eles estão certos e detentores da verdade.
      Mas uma coisa é certa, to cansado de playboy que fica andando com o manifesto comunista debaixo do braço e são sustentados pelos pais.
      Não acho que uma pessoa que nunca trabalhou na vida possa querer representar o movimento operário ou qualquer movimento social que seja…
      Como diz a musica do Racionais:
      “playboy bom é chines e australiano, fala feio, mora longe e não me chama de mano!”

  51. luis Signorini Novaes 11 de novembro de 2011 at 5:51

    Apesar de ter me sentido muito decepcionado com o Tas também, me alegra ver que ainda há pessoas não dão a mínima pra quem escreve e para seu possível trajeto durante a vida, mas sim para o que se escreve. Mas diz aí Marcelo, qual é a sua próxima jogada?

  52. “para entender melhor as noticias”!!!!! faça-me um favor ne…
    Triste!!! de todas as besteiras que li até agora o seu texto foi o que mais me decepcionou. Li vários comentários repudiando-o mas tive que deixar minha indignação aqui. Você é um icone inegável para todos dessa geração. Você nos ensinou desde cedo a questionar e não levar um simples “porque sim” como resposta!!! Não vou colocar aqui textos alternativos, vi que muita gente já fez isso. Mas, pior do que a falta de informação (ou de a ter ignorado) foram os comentários preconceituosos, dignos de um Bolsonaro. E daí que o cara usa GAP (se não for imitação da 25 ne?)? Então quer dizer que você deixa seu terno Armani em casa para apresentar o CQC? Você tem um papel importantissimo na sociedade, você forma opinião!!! Como teve coragem de publicar um texto assim? impregnado de preconceitos, estereótipos, raiva! Você definitivamente, e contrariando os velhos tempos, recebeu um “porque sim” como resposta e se contentou!!! Lamentável..

  53. eu li o seu blog esperando algo diferente da mídia comum. Ok, taz, vc conseguiu….
    entrou na panela.
    curta o momento.

  54. Creio que essa tenha sido a mais infeliz de suas obras em toda a carreira, fiquei realmente triste em saber que uma pessoa dotada de tantos talentos e admirável inteligência conseguisse reduzir um assunto tão importante a isso. Gostaria de pedir que se informasse mais e que ouvisse um estudante esclarecido para saber o que realmente se passa.
    Fico no aguardo por posts melhores.

  55. Tas, que decepção! Cuspindo pra depois tentar limpar, não esperava isso de você. Na verdade, no fundo, até podia. Posso, pois deve estar ganhando muito bem e deve ter medo de se pronunciar (pra não dizer que condiz) com ideias opostas aos seus superiores. Fedido é onde você trabalha e mais fedido ainda é a quem (onde você trabalha) é submisso, você, Tas, é apenas mais uma marionete e que a lei suprema da natureza, infalível, devolva em dobro o que plantas (tomara – muito – que eu esteja enganado). Mais uma coisa, aproveitando que aqui você é palpável, os símbolos no seu programa… É, Tas, você tentou justificar! Não dá pra agradar a todos.. que conhecem os símbolos! E, por último, só digo que não verei sua resposta, suas visões, concepções – pra mim – já não são mais dignas de serem nem lidas.

  56. Este texto é uma mera alucinação ou apenas o mau gosto de mais um intelectual de roupão?
    Na sociedade de classes e na universidade de classes, polícia é repressão!

  57. Tinha que ser engenheiro! Né cocão?

  58. BLOG DO TAS: “para entender melhor as notícias”.
    . Se acha que uma avaliação tão distante e primária dos fatos pode ajudar alguém a “entender melhor”, é pq está subestimando seus leitores. E em pouco tempo só gente sem nenhum senso crítico vai ler o que você escreve.

  59. Ia falar alguma coisa mais vi que o cara já foi massacrado e desisti.

  60. Professor Tiburcio, “Porque sim não é resposta”. Marcelo Tas fez parte da minha infância, e posso dizer que talvez não teria chegado onde cheguei sem a influência de seus personagens. Infelizmente, como já disse Belchior, “hoje quem me deu a ideia de uma nova consciência e juventude está em casa, guardado por Deus, contando o vil metal”. Parece que é o que aconteceu com Marcelo Tas. Já passei por muitas desilusões na vida: a do papai noel, a da primeira namorada, a da política, e agora é a do Marcelo Tas.
    Dispenso mais comentários, visto os inúmeros já publicados. Só espero, do fundo do coração, que o Tas não tenha o ego maior que a racionalidade e simplesmente ignore estes tantos comentários sem refletir.

  61. Triste ! pensei que fosse uma ironia , mas percebi que não … infelizmente !
    http://www.facebook.com/photo.php?fbid=10150354170676574&set=o.136313366472242&type=1&theater
    em resposta a essa rotulação feita .

  62. Pode ter certeza Tas a sua pose de jornalista preocupado com a informação, após esse texto, foi posto em cheque. Lamentável mesmo sua superficialidade diante de um fato.

  63. Ricardo Bonnetti Caligari 11 de novembro de 2011 at 0:35

    É isso aí! Borrachada e bala nesses fedidos fefelechentos maconheiros com sarna e escorbiose! Falta de higiene pessoal deveria ser algo que se aprende na escolinha da tia Zezé, antes de entra numa faculdade. Nunca vi nenhum deles, mas já tenho nojo… pegá ônibus com um desses aí deve ser bem desagradável…Fumetas arruaceiros: CADEIA NELES! Onde já se viu seuquestra a faculda de para fumar maconha? Absurdo! O brasil deveria ter pena de morte para esses bandido que faz manifestação na rua, atrapalhando o transito e as gente de bem que so quer trabalhar. E meu imposto e quem paga pra essa cambada fazer o que? ficar pensando? Quem é que precisa pensar? Pensamento não enche barriga e não alimenta a indústria.A gente precisa é de dinheiro no bolso e menos impostos, e porrada nesses fefelechentos playboizinhos que pensa, ou qualquer um que faça manifestação na rua. Onde já se viu? Tão pensando que aqui é Nova Yorke? Aliás, esse bando de desocupado de nova yorke também deveria mexer a bunda da praça e ir trabalhar, que a economia precisa de gente esforçada e de bem pra recuperar essa situação. VAI TRABALHAR VAGABUNDO!!!!!!!!!!!!!

  64. Logo o Tas… Poxa, não precisa de tanta pesquisa pra saber que não são todos os alunos da USP que entraram em greve, que tudo começou na FFLCH e que os alunos dela não são tão ricos assim quanto a mídia contamina contamina das massas, pegar casos isolados e generalizá-los como já disseram é digno de Veja.

    E por fim, se você acredita que a PM significa segurança e que esta história de repressão são visões de fantasmas da ditadura, basta dar uma olhada nos valores da PM, um deles é a ‘Campanha de Canudos’ e outro a ‘Revolução de 1964′… http://www.polmil.sp.gov.br/inicial.asp

  65. Realmente Tas, eu sou até alheio com tudo que está acontecendo na Usp. Mas você eu diria que foi infeliz. Fico triste por considerá-lo um homem de boas e simples palavras, sempre analisando o contexto como um todo, não generalizando tudo e se aproveitando de conteúdo xulo de internet.

  66. José Victor Oliveira 10 de novembro de 2011 at 23:54

    Ahhhhhh Tas, tirando um sarro de erro ortigráfico?! jura mesmo?
    E aquela imagem que do “menino GAP” é a única? Tiveram muitas outras imagens
    E o banheiro? No que ele acrescenta poxa? Sai dessa rapaz…

    A sua posição contrária sobre o desrespeito ao que foi decidido da assembléia ta clara, e o que mais? Eu também axo que se não tivesse Libia e Egito o fato passaria despercebido, maaas, já que aconteceu, vamos tirar o melhor que pudermos disso tudo:

    Tão falando de maconha na tv…. ja ja libera! Você sabe que a descriminalização é a melhor opção, ou não?

    Estão falando de polícia militar cara.. que age contra a população também.. quem não tem uma história ruim da polícia? eu tenho várias poxa. Todo mundo tem é medo da polícia.. eu não me sinto seguro com a polícia.. e isso que ta errado eu acho.

    Estão falando de filho de papai… e se não fossem eles, quem seriam? Alguém ai ta levantando pra discutir? os filhos do papi estão poxa.. e alguem aí acha mesmo que eles são bandidos ou perigosos a população?

    Po.. o Geraldão indicou o reitor… parece que a galera não gosta dele não viu? E se houvesse uma votação, agradaria mais pessoas não?! dividindo o poder da decisão de 1 para.. quantos alunos a USP tem mesmo? eu não sei, honestamente e não vou procurar no Google.

    A gente tem que discutir as questões… todos temos que ter o acesso as informações corretas e sem parcialidade… É O CERTO POXA! ou eu to falando bobagem?

    Bora fazer o certo?! anima?

  67. Poxa, deixa o Tas ter a opinião dele, ué. O cara está aí, na dele, dando palestra sobre redes sociais e apresentando um talk show de piadinhas, mais perdido que o Caetano Veloso no meio disso tudo!

    Aqui ele tem mais voz, não importa quantos se manifestem, ele ainda pode dizer: “Eu já escrevi sobre esse seu mimimi, trate de estudar meus textos”. E dizer, claro, que a galera da USP é dona da verdade.

    Na boa, o Ernesto Varella destruiria um cara como o Tas diante desses argumentos.

  68. Lamentável Tas… Espero que seja apenas um deslize motivado pela empresa que você representa.
    Escrevi o texto abaixo, pois estudo na USP e, graças a você, descobri que não sou estudante, mas sim um “fedido”, já que estudo na FFLCH… Se achar conveniente, publique-o aqui, se não vale a dica expressa na última frase do texto.

    MASS MEDIA: INFORMAÇÕES COM A EXTENSÃO DE UM OCEANO E A PROFUNDIDADE DE UM PIRES

    Fico realmente preocupado com o teor das opiniões que são veiculadas não só aqui, no Facebook, mas em outros espaços da internet. As palavras mais citadas são “ordem”, “baderna”, “baderneiros”, “maconheiros”, “playboys” etc. Fico preocupado, pois essa postura reacionária vai ao encontro das “informações…” que são veiculadas pelos grandes grupos de imprensa, o que me leva a crer que o poder de manipulação desses grupos defensores do capital ainda é muito forte, presente e atuante. Desde o Golpe Militar tivemos lados opostos: o lado dos que davam, se necesário fosse, a vida pela liberdade política; e o grupo dos que apoiavam a repressão da manifeações pró-liberdade. Desde essa época, alguns grupos de mídia se posicionaram claramente em prol do poder constituído, criminalizando veementemente qualquer manifestação popular organizada, manipulando informações, enfim, prestando-se a um papel que não lhe é específico, mas que lhe foi incumbido e aceito de bom grado: o de aparelho ideológico do Estado. Pois bem, o que vemos atualmente é que o posicionamente daqueles grupos de mídia que atuavam nas décadas de 1960, 1970 e 1980 se mantiveram, e não cessam de dar provas de seu repúdio aos interesses populares e de alinhamento aos interesses do capital. Os movimentos sociais sempre foram achincalhados por esses grupos de mídia, mas a diferença do cenário atual, para aquele da repressão militar, era que os grupos formados por quem estava interessado na liberdade política tinham um relativo apoio, em função de as atividades praticadas pela ditadura terem reflexos em toda a sociedade. A ditadura passou (não totalmente resolvida), e aqueles grupos midiáticos que defendiam a repressão prosseguiram seu trabalho e, mostram cotidianamente que estão do lado da “ordem” capitalista a contra a “baderna” de seus interesses. Fazem um “jornalismo” que cheira à puerilidade, à brincadeira de recortar fotografias e escrever histórias a partir delas, como pegar um fato isolado (detenção de estudantes com drogas) e transformá-lo no centro da quesão, obscurecendo o cerne da questão (posições arbitrárias e ilegais do REItor). Assim, procedem à brincadeira da dualidade: de um lado amaldiçoam, generalizam e transformam todos os estudantes que vivem de perto e se contrapõem ao despotismo do REItor em “maconheiros” e “playboys”; e eleva aos céus os “meio estududantes”, isto é, aqueles que vêem o que está acontecendo, não concordam, mas não comparecem às assembleias para votar, preferem ficar na sala de aula reclamando (dissociando conhecimento da prática política, ferindo a omnilateralidade). Esse é o discurso veiculado pela mídia, é uma “verdade” fácil de ser processada por uma massa entorpecida pelos fetiches mercadológicos e pelo êngodo da informação rápida (confundida com conhecimento). O ser humano transformado em mercadoria na sociedade do consumo, como propôs Bauman, fica sujeito à lógica mercadológica de compra e venda, de oferta e demanda, destarte, se essa mídia (que já possui a “experiência de mercado” da ditadura militar, de manipulação das informações) oferta uma compreensão superficial, rápida e acrítica dos fatos, a compra é imediata. Por essas (e por muitas outras) é que me assusto com a reação intolerante de vários indivíduos diante de uma manifestação estudantil, reação que denota bem o tipo de sociedade que o capital internacional deseja: com “ordem”, sem “baderna”… Sociedade apática, que se cala diante dos desmandos perpetrados pelos defensores do capital, e vocifera ante à manifestações de oposição a essa mesma ordem nefasta e degradante estabelecida. Gostaria apenas que as pessoas, contra ou a favor não só dessa, mas de qualquer outra manifestação estudantil, pensassem mais quando se deparassem com as aparências dos fatos (que alguns grupos midiáticos veiculam como se fossem “informações”) e não comprassem inocentemente a unilateralidade. Nunca é demais lembrar: “se a aparência correspondesse à essência, não necessitaríamos da ciência”.

  69. Bom, acho que não são só pobres que têm que reclamar. Acho o discurso de que pobre é mais autêntico, algo bem errado. Porém, a USP é conceitualmente um local de pessoas que não podem pagar faculdades particulares . Presume-se então, menos abastados. E mais ainda. Alguém que sofreu investigação sócio-econômica e é comprovadamente abastado, e mesmo assim vive em repúblicas destinadas a alunos pobres, no mínimo está indevidamente alojado. Começa por aí. Sem contar o fato de Todos os anos, não importa a reitoria, sempre há a mesma baderna. Querem apresentar esta última como algo improvisado e autônomo porque repercutiu mal. Porém, onde estão os 3000 que não coibiram tal ação? E porque permitem a influencia de Magno de Carvalho da SINTUSP, que é um dos líderes da invasão à reitoria, e hospedou o Cesare Battisti ? Este movimento poderia ter sido legitimado, se a quietude dos discordantes fosse quebrada. Se os verdadeiros 3000 , com pedidos autênticos e legítimos se expressassem contra. Mas quem cala consente e , se a opinião publica tivesse comprado tal revoltinha, com certeza seriam 3070 baderneiros. USP para quem precisa , e não para que “tem”. E Não me venha falar que sou doutrinado por veja, globo e psdb, porque procuro as entrevistas de tais líderes em jornais e blogs de esquerda e extrema esquerda. Todos na mesma intenção de fazerem uma micro revolução , com moldes bolivarianos e sei lá o que mais. Parece que a maioria, não este bando que entrou em massa aqui para discordar, apoia a retirada de tais baderneiros. Querem legitimar o movimento? Doem sangue, medulas, arrumem as ruas, pintem muros. Ganhariam mais visibilidade e apoio. Seria no mínimo 3000 doadores de sangue e voluntários. O modus operandi repetido a anos, mostra que a finalidade pode ser autêntica, mas não o são, os ativistas. Afinal, a fome não justifica o fato de um canibal matar outra pessoa para saciar seu apetite pela iguaria. O fim não justifica os meios.

  70. Não vou me extender
    Só parabenizo o fotógrafo e a mídia que conseguiram estigmatizar o acontecimento apenas com a foto do cara com a blusa da GAP. Tsc Tsc

  71. Isto basta: não generalize achando que a maioria dos alunos da USP são iguais a caracterização existente em seu artigo de pouquíssima profundidade. Eu esperava algo mais lúcido de sua parte.

  72. Caro Tas, quem sabe se ler o post no blog de seu colega de profissão e ex-colega USPIANO Juca Kfouri você tenha uma reação menos arrogante do que tem ao responder os colegas da respeitável instituição FFLCH (sou professor na poli e fau, só para constar).
    forte abraço!
    Cheng

  73. Oq me preocupa é q o Tas é visto por mto jovens como um “representante da democracia, da liberdade e da imparcialidade jornalistica.”

    São vários os casos em q ele e o CQC cortam partes cruciais de entrevistas colocando apenas no ar aquilo q acha conveniente, manipulando da mesma forma q as emissoras q ele condena faz.

    Marcelo Tas e CQC não são uma alternativa às grandes midias manipuladoras, ele é a mesma coisa, manipulando igualmente mas para outros interesses.

  74. Não consigo entender a relação entre as roupas de marca e a greve…
    Gente com dinheiro não tem direito de reivindicar?
    Só pobre pode reclamar?

  75. Querido Tas, é lamentável ver uma pessoa do seu nível fazer um comentário destes. À parte alguns poucos pertencentes à minoria, a FFLCH é composta por milhares de alunos que de fétidos e decadentes não têm nada. Fazer um julgamento assim é simplismente ridículo. A FFLCH realmente não é um palácio aos olhos de quem está lá, pois não recebe os incentivos de empresas que outras faculdades recebem, uma vez que sua função não é gerar lucro para ninguém, mas gerar conhecimento, discussão e produção científica. Tenho certeza de que nem passa pela sua cabeça as coisas que entram em discussão nas salas de aula da FFLCH pois, se vc soubesse, não teria tecido tal comentário. Creio que falo por todos os alunos da FFLCH quando faço um convite para que o senhor passe um dia assistindo às nossas aulas. Assim, vai ver que o que acontece dentro de nossas salas de aula não é nem um pouco decadente e fétido, a menos, é claro, que você considere assim o estudo que se faz da literatura, das línguas, da história, da geografia, da filosofia, da antropologia, da sociologia, etc etc.

  76. É.. a situaçao é tao critica que até quem julgavamos imparcial e comprometido com a apresentaçao de todos os lados da verdade esta influencia por ideias surficiais e SENSASIONALISTAS…
    Tristeza é que eu sinto com esse post TAS, direito a expressar sua opniao todos tem,mas voce representa aquilo que diz e isso é REALMENTE TRISTE !

  77. Logo você, Tas, que nos ensinou a pensar que ‘porque sim não é resposta’, escrevendo de uma forma tão rasa e prontamente apresentada. Logo você, Tas, que lidera um programa de alcunha ‘Custe o Que Custar’, com argumentos simplistas dignos da Veja, fazendo coro ao deboche de nosso governador sobre as aulas de democracia…

    Que democracia você tem em mente, cara pálida, ao citar os “democratas” aí no seu texto de maneira tão pedante? Seria uma democracia de fato, que, por exemplo, levasse em consideração aproximar a escolha do reitor da Universidade de seus alunos? Ou você tem em mente a ‘democracia’ instalada, essa aí, em que é melhor implantar um reitor alinhado, que inclusive enfrente denúncias no MP? (http://www.amambainoticias.com.br/educacao-e-cultura/escandalo-na-usp-aperta-cerco-ao-reitor-polemico e http://carosamigos.terra.com.br/index2/index.php/noticias/2103-a-face-autoritaria-do-reitor-da-usp). Ao invés de escrever um post digno da imprensa de baixa qualidade, você levantaria essa bandeira digamos, um pouco mais democrática?

    Os caras vandalizaram? Vandalizaram, ao que parece, e se assim foi, devem ser responsabilizados pelo que fizeram. Agora, que argumento é esse de que ‘os ‘democratas’ que agridem jornalistas’? E os jornalistas, que a PM direcionou para uma cobertura parcial da desocupação (http://www.facebook.com/notes/shayene-metri/desabafo-de-quem-tava-l%C3%A1-reintegra%C3%A7%C3%A3o-de-posse/233831886679892). Quando sai em defesa dos jornalistas, que ideia de mídia você traz? Essa daí, da cobertura parcial, extremamente direcionada, panfletária? Essa mídia – a qual, parece, você se junta e faz coro com esse post – que não defende o debate sobre questões como, por exemplo: a autonomia universitária, a questão da PM e da segurança como um todo da cidade universitária, a transparência das ações do reitor, a própria questão urbanística que perpassa a organização espacial da universidade?

    É uma pena, Tas. Espero que esse tenha sido um deslize, uma recaída sua. Você com toda sua influência e sua posição de formador de opinião poderia tentar aprofundar um pouco mais o debate, a discussão, levantar outros pontos de vista, oportunidade que perdeu, ao que parece, ao repetir o lenga lenga raso, fácil, quase
    preconceituoso da nossa boa e velha mídia de sempre.

    Como um comunicador por excelência, caberia a você – e aos outros em sua posição – não o julgamento rápido para fundamentar suas opiniões, mas, no mínimo o exercício justo da discussão de qualidade. Uma pena que nós, que te acompanhamos desde pequenos, tenhamos a sensação de que algo se perdeu no caminho.

    • Por que não houve manifestação alguma quando o reitor assumiu? Por que nao houve pressão por parte dos alunos ou pais?

      - Pais estes que possuem muita influencia, como Heitor Claudio Silva, que depois de nao conseguir entrar em contato com o filho, procurou senadores, comissão de direitos humanos de são paulo, acusou a policia de ter desaparecido com ele como se estivesse na época da ditadura.

      http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/11/pai-diz-que-diretor-da-une-sumiu-apos-acao-da-pm-na-usp.html

      Onde o filho estava? Dormindo na casa da mamãe (Que mora em sp, assim como o pai e mesmo assim o jovem ocupa uma vaga no CRUSP)
      http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/11/pai-que-procurava-filho-apos-ato-na-usp-encontra-o-rapaz-na-casa-da-mae.html -

      E as tais melhores condições de trabalho, por que só citadas agora?

      Os primeiros caras que cobriram o rosto, subiram em cima dos carros da pm, sairam pixando tudo e fazendo barricadas, precisavam de um motivo para convencer os indecisos que formam o grupo “maria vai com as outras” a participar.

      Então quer dizer que o Tas não pesquisou a fundo os motivos, nao ouviu os dois lados, mas eu nao vejo uma pessoa a favor do protesto tentar entender o lado da PM, que esta lá por um próprio pedido da universidade e maioria dos estudantes, que em nenhum momento usou a truculência que estao dizendo (Apesar de terem merecido, porque se eu na rua subir em cima de um carro da PM, levarei cacetadas com certeza)

      Se todos os motivos são tão nobres, por que o inicio do protesto só depois de tentarem impedir o uso da maconha no campus? Por que os rostos cobertos?

      O último argumento para responder isso que sobra, é que só os “uspianos” são inteligentes o suficiente para ver e entender a situação. Só os atuais, porque os da época do Tas já passaram da validade e, assim como a opinião pública, são manipulados pela Veja, pela Globo, pelos EUA

      É muita prepotência e arrogância o que se vê nos textos dos “doninhos da verdade” ou filhos de algum dono. Tudo o que estão conseguindo é queimar a bela imagem que pessoas possuem da universidade e dos que se formam nela.

    • Que boas perguntas, Alicia. Obrigado.

    • Falou bem, Renato.
      Será que não sobrou nada de Ernesto Varela dentro do Tas? Virou apenas um pedante mal informado?
      Virou mais um dos que levantam a bandeira das coisas categóricas, como se o mundo fosse feito só de “certo” e “errado”?
      “Caro, Tas”, falta leitura, falta informação e falta um pouco mais de critério… Aliás, não falta um pouco. Falta critério e falta crítica.
      Porque não é com esse mimimi barato que ele colocará alguma luz sobre esse assunto.
      E aí, Tas, quando você sairá do armário e se assumirá Kassabista, ham?

    • Porém Tas a forma rasa que é tratado o assunto no seu texto , somente se dando a ver a ocupação, deixando de lado a heterogeneidade dos estudantes da USP, ridicularizando os mesmos de forma generalizada é de se entristecer.Um homem de opinião pública o qual a população brasileira irá acreditar no discurso, independente disso ser verdade ou não.
      Existe uma enxurrada de textos mostrando uma visão alternativa ao caso, que até coloca como problemática a invasão – e que pessoalmente defendo esta – e como foi de um grupo de alunos e não uma atitude generalizada como colocada pifiamente no seu texto.

      Esta sua pequena frase sobre a assembléia já se deslegitima, pois muitos estudantes não comparecem as assembleias e estes se abstêm do seu voto e da decisão, porém não respeitam as decisões tiradas em assembléia como você parece defender como um meio legitimo, e assim furam greves, negam o debate, a tentativa de uma universidade melhor que só será conseguida pelo debate, ou seja, a usp inteira fica num blablabá e um desrespeito a democracia, e que na minha opinião é só um sintoma da ignorância do povo-intencionalmente ou não pelo governo – que se reflete até dentro da usp, um suposto meio intelectual de contestação e desenvolvimento cientifico e politico.

      então por favor, menos cinismo e hipocrisia como se fizesse o papel de tornar o povo paulista e paulistano em grandes questionadores da sociedade, que se confundem em suas próprias piadas de stand-up se é ironia e sarcasmo ou a triste verdade.

      como um uspiano que você é, mais rigor e clareza por favor.

      ps.: acredito que o blog tenha filtros sobre a aceitação de comentários, se sim leia e nem faço questão de que aceite.

    • Caro Renato. Vejo que você realmente pesquisou a fundo a questão Uspiana, e da maneira correta: buscou várias fontes a as apresentou por aqui. Assim como o texto do Tico Santa Cruz: http://bebetopaula123.wordpress.com/2011/11/09/o-outro-lado-da-usp-tico-santa-cruz/
      Que postou em sua crítica, várias referências de mídias especializadas fora do eixo dos “3 grandes”. Textos de pensadores, de mestrandos, doutorandos e professores.
      Recomendo ainda algumas leituras: procurar saber o posicionamento dos órgãos oficiais que representam cada unidade da USP, as Secretarias de Curso, os Centros acadêmicos dos Campi de cada cidade. E isso tudo pode ser facilmente encontrado nas páginas do Facebook de tais órgãos, basta pesquisar: FEA, CAASO, FFLCH, FAU, IQSC, IFSC, ICMC, EESC, e muitos outras siglas que agora não me recordo. Nem todas elas se posicionam exatamente da mesma maneira, portanto, basta pesquisar, que se acha! E não ficar sentado em frente da TV esperando ela te politizar não é mesmo? Mas eu acredito, caro Renato, que tudo que eu disse, não era necessário aos seus ouvidos. Mas sim àqueles que batem e batem na mesma tecla e não se movimentam. Criticam os “Baderneiros da USP” e perguntam: “Por que não faz movimento contra corrupção?” mas e eles? Levantam os glúteos da poltrona acolchoada em favor disso? Ou em favor de alguma causa que seja? Não. E não os culpo. Afinal, são pessoas que têm um dia-a-dia, uma família pra sustentar, e os admiro por isso. Não se envolverão nesse tipo de coisa tão facilmente. Mas estudante não é assim. Estudante é perigoso, é subversivo. E esse é o medo da cúpula reacionária que comanda a USP.
      Marcelo Tas: Sou USPiano, do Campus de São Carlos, moro no alojamento dentro da faculdade (logo, qualquer questão de segurança interna é totalmente de meu interesse) e ganho bolsa alimentação. Venho de família pobre do interior (Fernandópolis-SP) e se não fosse por esses benefícios simplesmente não conseguiria me manter na Faculdade. Como faço um curso integral, ainda mais Eng. Civil, cuja carga horária é extremamente pesada e hoje atingiu o topo na concorrência dos cursos da USP (passando Medicina), fica realmente difícil trabalhar e me sustentar sozinho, mas de vez em quando faço meus bicos. Assim, você realmente acha que eu sou filhinho de papai mimado que gosta fazer greve? A você caro Tas, nem direciono argumentos pois esse seu posicionamento preconceituoso e generalista vai mostrar por si só o quanto ele está errado. Os caras erraram na maneira como levaram as coisas inicialmente? Depredaram, invadiram, contra a decisão da maioria? Sem dúvida. Isso, num debate ontem (10/11/2011) e anteontem no CAASO, com mais de mil pessoas participando e que durou pelo menos umas cinco horas, foi claramente colocado. Mas esse foi o estopim. Agora nós estamos nos unindo numa causa comum, sem preconceitos dentro de nós mesmos (preconceitos estes que a mídia manipuladora usou) e vamos mostrar a sociedade inteira que ESSES NÃO SÃO USPIANOS! Ps.: O Alckmin deveria ter aparecido lá no debate pra ter uma aula de Democracia com a gente.
      Obrigado pelo espaço!

    • Tas, a coisa é muito mais embaixo.

      Concordo que o vandalismo não é a melhor das armas, longe disso.

      Mas achar que a PM vai trazer a paz e tranquilidade para a Universidade?
      Isso é balela. Ela acaba, querendo ou não, virando um símbolo de repressão e instrumento do atual governo, pois ela estará alí, para servir de apoio para qualquer tipo de movimento contrário. O que seria de nós se não fosse tais movimentos anos atrás? Como sempre ouço, quando a PM entra, é difícil tirar, e o que hoje está para “prender” usuários de maconha, amanhã estará para impedir o livre pensamento, e é assim que as coisas funcionam, você sabe disso.
      Isso é o princípio básico de qualquer um que queira demonstrar força. “Primeiro eu entro,conheço o território, começo com um ataque aqui e ali, depois o domino”. Não precisa ler Sun Tzu para saber disso.

      A polícia vira arma de repressão sim, se não agora, mas futuramente.Há gente de bem que pensa contrário ao goverso e que simplesmente não demonstrará sua opinião unica e exclusivamente pela presença de uma força ali, perto dela. Ela está para punir e reprimir bandidos, que destroem nossa sociedade e não impedir o livre pensamento.

      Eu não defendo os três estudantes que estavam fumando maconha, não defendo as drogas, sou totalmente contrário, não defendo também um estado Anárquico, pois acredito que o poder deve existir sim, para punir, assim como tem que punir os estudantes que agiram contra a lei (fumando uma ou causando vandalismo). Mas, defendi um estado de livre pensamento e desenvolvimento intelectual.

      Sou contra a PM no campus, pelos motivos que já citei, mas sou a favor do treinamento de uma guarda civil da faculdade, até porque uma terra de livre pensamento não é uma terra sem lei. Sou a favor de uma série de itens que essa guarda deveria seguir para quando abordar sujeitos como os três que foram abordados pela PM.

      Enfim, Marcelo, querendo ou não, apesar do vandalismo, da maconha e de todo o podre que a sociedade anda vendo na midia, há sim,um fundo ideológico das pessoas de bem que estão na faculdade para pensar em construir uma sociedade melhor e que não caia nas armadilhas impostas a ela.
      Querendo ou não, essa invasão trouxe em discussão algo que deveria ser discutido há muito tempo, a segurança nas universidades, mas sem apelar para uma guarda como a PM, já que há várias formas de se manter algo seguro sem uso da força.
      Infelizmente tudo é assim, só em tempos de guerra que o mundo se junta e começa a discutir o que, de fato, é melhor para todos.

      Concluindo, Marcelo, queremos a PM fora sim, mas queremos segurança em nossa faculdade, sem repressão de ideias, principalmente das pessoas de bem.

    • A democracia que eu conheço, caro Tas, é a que rolou enquanto você escrevia seu comentário, por exemplo, enquanto a USP São Carlos se juntou em assembléia e seguindo todas medidas democráticas, decidiu por apoiar com a paralisação por dois dias e mais discussões e protestos contra toda a situação que está ocorrendo. Democracia que, aliás, está rolando em diversos institutos da USP após uma reação desmedida sim da PM. Democracia, aliás, não presente na forma como João Grandino Rodas se tornou reitor da USP. Democracia, aliás, ferida na USP de Bauru quando três estudantes foram reprimidas e impedidas de manifestar publicamente sua opinião contra este mesmo reitor democrático; democrático tal que até hoje NUNCA reuniu-se junto com os alunos para qualquer tipo de discussão.

      São os alunos da USP que não conhecem democracia? Ou nossos representantes políticos que escolhem um reitor conveniente para a universidade deveriam nos dar uma ‘aula de democracia’?

      Antes de opinar sobre algo que não pertence a sua realidade, se informe de ambos lados, ou você terá uma opinião de tanta qualidade e solidez quanto a do nosso caro colega Datena

    • Lucas Fernandes de Freitas 11 de novembro de 2011 at 1:33

      Existe democracia ao se ratificar o 2º colocado da lista tríplice como reitor? Existiu democracia no caso da biblioteca do Largo de São Francisco? Na requisição da Tropa de Choque para reprimir a manifestação da Jornada em Defesa da Educação?
      Ninguém aqui defende o fato de os ocupantes irem contra às decisões da Assembleia, muito menos a depredação de patrimônio público.
      Defendemos uma USP verdadeiramente pública, e não sujeita a mandos e desmandos de um senhor atrelado aos interesses da aristocracia paulista. Defendemos o tripé fundamental da Universidade: pesquisa de qualidade e em prol da sociedade, não vendida a interesses particulares e/ou comerciais; ensino de qualidade e, principalmente, que instigue nosso criticismo e não que nos forme em meros técnicos a mercê de uma elite; além, é claro, da extensão, para levar os avanços promovidos e a estrutura que a USP oferece para além dos muros da Cidade Universitária e torná-la, de fato, pública e não uma instituição de ensino superior gratuito mantida com dinheiro público como é hoje.
      E, final e principalmente, defendemos o direito de reivindicar isso sem corrermos o risco de termos nossas costelas marcadas por golpes de cacetetes de uma guarda armada, que responde diretamente ao governador do nosso Estado, sendo portanto uns dos artifícios usados por ele e seu aliado (Sr. Rodas) para suprimir nossa voz.

    • Renato, você teve a capacidade de traduzir exatamente o que eu senti e pensei quando li esse texto, muito obrigada!

      Lamentável, Marcelo Tas.

    • Tas, tomou um baile agora ein!!! … sendo qual fosse sua opinião, acho que vc poderia ter usado argumentos “menos rasos” (como bem disse Renato) para defender sua posição. E pior ainda foi a replica, tipica de sabe que ta falando merda, não quer reconhecer e ta dando de ombros… como uma criancinha de fralda cheia!!!
      Ridiculo!

      hahahahahha

    • Tas, acho que se uma consequencia desse rolo todo na USP for surgir uma assembleia (que contenha tambem pesquisadores envolvidos no assunto de segurança, como os do Nucleo de Estudo da Violencia, da FFLCH) com representatividade da comunidade universitária para discutir esse assunto, aí sim já sairíamos ganhando. Esse acordo feito com a PM foi tomado do dia para a noite sem nenhum traço de democracia nele. Então, desculpa, mas quem toma uma atitude extremada está apenas respondendo o nosso reitor na mesma moeda (o que eu não concordo, mas deslegítimo não é).

      Do mais, se a sua preocupação é com o dinheiro público sendo rasgado por quem quebrou uma vidraça de um prédio da USP, saiba que o tapete que o nosso excelentíssimo reitor Rodas comprou alguns meses antes custou muito mais aos bolsos do contribuinte.

      Um beijo pra família,

      Rafael Carvalho
      Aluno de Jornalismo da USP

    • Depois de um ato gigantesco no Centro de São Paulo, onde os estudantes puderam desmentir a mídia canalha que nos taxa de maconheiros, enquanto queremos segurança de verdade na Universidade, fora a PM que só existe para reprimir, e por Democracia Real na USP, com eleições para Reitor e a saída do Reitor investigado pelo Ministério Público, estamos reunidos em 5 mil estudantes no Salão Nobre da Faculdade de Direito da USP, nessa que,certamente é a maior Assembleia Estudantil do Brasil, nos últimos 5 anos. Força ao Movimento Estudantil combativo, crítico e DEMOCRÁTICO!

    • E a democracia que todos queremos é aquela onde exista um debate minimamente qualificado. Pra explicar uma abordagem tão simplista e inútil ao debate como essa só existem duas respostas: Você está muito mal informado do que está realmente acontecendo na USP nos últimos anos ou faz esse tipo de comentário de maneira consciente e mal intencionada. Em ambos os casos, não são características que se busca em um comunicador. E antes que eu me esqueça, essa classificação que você usou para descrever esses estudantes se encaixa (mesmo que seja por aproximação) muito melhor com a sua audiência. Era muito mais fácil se você saísse do armário politicamente e parasse com essa hipocrisia de bancar o imparcial.

    • É Tas, mas daí para topar os rótulos de mimados e ainda chamar a FFLCH de fedida é a falta TOTAL de argumentos, né?

    • Tirou as palavras da minha boca, Renato!
      Democracia pra mim é qdo todos têm voz e são escutados.

    • Bruno Vaz dos Santos 10 de novembro de 2011 at 22:36

      A democracia que você (e o Picolé de Chuchu Alckmin) conhece, Tas, também é que se deve respeitar a escolha do reitor mais votado pelos alunos da universidade? Se for, acho que então você precisa ser mais imparcial com a tal “democracia”. O reitor Rodas não foi o mais votado e, mesmo assim, o Picolé de Chuchu o nomeou. Isso não acontecia desde os tempos da ditadura. Então, lave a boca para falar de “democracia”, meu caro.

    • Espero que tenha tentado se informar um pouco melhor depois de tantos comentário (claro que não li todos…) te criticando.

    • Eu concordo, tas.
      Estavam com a razão e estragaram tudo aguardando a reintegração dentro do prédio. É radicalização ou não? E insistir nisso que teve início em ‘los tres maconheros’? A lei é igual para todos e ainda não dá para dá uns pegas onde a PM faz ronda agora dentro da USP. À parte toda discussão que é sempre fundamental.

    • espero q vc esteja se referindo aos poucos que invadiram a reitoria, e não ao movimento estudantil em geral…

      pixar inconsequentes que só querem chamar a atenção é uma coisa que pode dar ibope e é bastante engraçado..

      já ignorar a mobilização de muitos estudantes da usp porque é difícil demais explicar para o povo em geral é uma coisa bem triste…

      você falou sobre as redes sociais e como isso te ajuda a ver a reação das pessoas à sua “programação” – lá na fau, durante o TEDx -, e agora vem respondendo tão rispidamente a audiência que responde e tenta argumentar contra o seu post… sinceramente não entendo essas suas respostas, é falta de tempo? falta de respeito?

    • e isso ai TAS !!!!!!

    • Vamos lá, Tas, você não respondeu meu comentário anterior, mas continuo lançando a campanha: escreva algo mais inteligente, você consegue. Só lembrando que se tratando de um assunto da esfera pública, não vale deturpar pessoalmente os estudantes. Ou seja, referências às roupas e aos hábitos pessoas (por exemplo, opção sexual, fumante, maconheiro ou vagabundo) estão vetadas. Lembrando que você não ia querer que desqualificassem suas posições pela marca do seu terno ou pelo que você faz com seu salário. Também não vale citar o cheiro do banheiro para dizer que uma faculdade não presta (tem cada lugar cheiroso cujo o ralo esconde a podridão). Portanto, só vale aspectos relevantes da discussão. Sugestões: para serve uma universidade pública, como deve ser o acesso à ela, qual deve ser o papel da polícia na nossa sociedade e por aí vai. Faça valer seu diploma de uspiano, não nos envergonhe!

    • A democracia que eu conheço, caro Renato, é que se deve respeitar decisões de assembléia. O resto é puro blablablá

  78. É o Tas mesmo que escreveu isso???? Caiu no meu conceito totalmente… Jornalista tem que ver os dois lados da conversa, ser imparcial. Quando estourou esse papo de USP a primeira coisa que me veio a cabeça foi exatamente o que vc escreveu ai em cima… mas depois eu procurei entender o outro lado tb… e vi que o buraco era muito mais em baixo. Os dois lados estão errados. Eles por terem depredado prédio público e o governo por não permitir um espaço para diálogo e conciliação… e ainda ter que ouvir o Senhor Alckimin picolé de chuchu falar que os alunos precisam de aula de democracia… Os alunos estão errados em ficar fumando maconha e enchendo acara durante o protesto, isso fez com que eles perdessem a credibilidade, mas a real motivo é válido discutir, mas, civilizadamente, isso é democracia!! Tem que haver diálogo entre as duas partes, e vc Sr. Tas, deveria ser mais esperto ao falar tanta baboseira, tem que pensar antes sobre tudo antes de qualquer comentário, não dói refletir sabia???

  79. Aiii Tas…. quando eh q vai sair sua coluna na VEJA??? Eu esperava mais de vc!!!!

  80. É triste ver que alguém aparentemente quer seu público politizado reduza uma discussão dessa dimensão a “maconheiros filhinhos de papai”. Lamentável.

  81. “olha a voz que me resta, olha a veia que salta, olha o tanto que falta, pro desfecho da festa…”
    Eu prefiro este barulho ao muxoxo simples e conformado. O barulho me acorda, tira-me da inércia de idéias cansadas. Esse barulho me faz abrir os olhos e ver o mundo, ainda que a luz me cegue, ainda que os olhos me doam. A vocês não?

    Há quem grite quando lhe pisam o pé. Há quem cala. Quando calarem todas essas vozes. Quando silenciarem a todos. Quando sumirem os que reclamam, os que brigam, até os que revoltam ‘sem’ causa. Serão vocês, que os acusam hoje, a saírem as ruas? Serão vocês a questionar o mundo? Ou serão vocês a fazer o que sempre fazem, um muxoxo simples e conformado como a expressão máxima de indignação?

    Tas, vá a “fedidissima” FFLCH. Entre na biblioteca, converse com os alunos. E verá que não somos iguais, que não pensamos igual, que não falamos igual. Na “fedidíssima” estão os melhores e os piores… brigamos, discutimos, nos colocamos diante do mundo e da vida. Uns radicais em suas idéias. Outros são abertos a novas formas de pensar e de agir. Mas todos somos críticos, todos pensamos. A “fedidíssima” tem 6 dos 9 melhores cursos da Universidade. A “fedidíssima” é a que mais produz mestres e doutores.

    O que eu vejo hoje são torcidas enlouquecidas, que gritam vociferam contra os GAPeanos, somada a uma mídia infame que anima, ainda mais, essa torcida já cega de delírio.

    Mas enfim, pra vocês somos somente os fedidíssimos…

  82. Este post deveria entrar para o Top 5. Pena que não foi televisionado…

  83. Tas,
    eu fiquei muito triste em saber que você está alinhado com o pensamento pequeno e mentiroso que estão espalhando sobre as causas da Usp. Não pensei que você reproduziria esse discurso. No mínimo achei que procuraria saber o outro lado. Que tal um Proteste já com os alunos, tentando ver o outro lado? Seria interessante para trazer a visão deles e seria interessante para a audiência, se esse é um problema.

    Se você está sendo obrigado pela Band, por favor, tente pelo menos não falar que é uma manifestação “pelo direito da maconha no campus”, porque não é isso.

    Segue alguns pontos escondidos sobre a questão e que merece ser lido, por quem concorde ou por quem não concorde com o movimento.

    Mas reafirmo que estou muito chateado com o posicionamento de alguém que eu era fã desde criança.

    Algumas manifestações:

    “Somos alunos da ECA-USP e visto a falta de imparcialidade da mídia com referência aos últimos acontecimentos ocorridos dentro da Universidade de São Paulo, cremos ser importante divulgar o cenário real do que realmente se passa na USP. Alguns fatos importantes que gostaríamos de mostrar:

    - O incidente do dia 27/10/11, quando 3 alunos foram pegos portando maconha, NÃO foi o ponto de partida das reivindicações estudantis. Aquele foi o estopim para insatisfações já existentes.

    - Portanto, gostaríamos de explicitar que a legalização da maconha, seja dentro da Cidade Universitária ou em qualquer espaço público, não é uma reivindicação estudantil. Alguns grupos até estão discutindo essa questão, mas ela NÃO entra na pauta de discussões que estamos tendo na USP.

    - Os alunos da USP NÃO são uma unidade. Dentro da Universidade há diversas unidades (FFLCH, FEA, Poli, etc.) e, dentro de cada unidade, grupos com diferentes opiniões. Por isso não se deve generalizar atitudes de minorias para uma universidade inteira. O que estamos fazendo, isso no geral, é sim discutir a situação atual em que se encontra a Universidade.

    - O Movimento Estudantil, responsável pelos eventos recentes, NÃO é uma organização e tampouco possui membros fixos. Cada ação é deliberada em assembleia por alunos cuja presença é facultativa. O que há é uma liderança desse movimento, composta principalmente por membros do DCE (Diretório Central dos Estudantes) e dos CAs (Centros Acadêmicos) de cada unidade. Alguns são ligados a partidos políticos, outros não.

    - Portanto, os meios pelos quais o Movimento Estudantil se mostra (invasões, pixações, etc.) não são decisão de maiorias e, portanto, são passíveis de reprovação. Seus fins (ou seja, os pontos reais que são discutidos), no entanto, têm adesão muito maior, com 3000 alunos na assembleia do dia 08/11.

    - Apesar de reprovar os meio usados pelo Movimento Estudantil (invasões, depredação), não podemos desligitimar as reivindicações feitas por esses 3000 alunos. Os fatos não podem ser resumidos a uma atitude de uma parcela muito pequena dos universitários.

    Sabendo do que esse movimento NÃO se trata, seguem suas reinvidicações:

    DISCUSSÃO DO CONVÊNIO PM-USP / MODELOS DE SEGURANÇA NA USP

    A reivindicação estudantil não é: PM FORA DO CAMPUS, mas antes SEGURANÇA DENTRO DO CAMPUS. Os estudantes crêem na relação dessas reivindicações por três motivos:

    A PM não é o melhor instrumento para aumentar a segurança, pois a falta de segurança da Cidade Universitária se deve, entre outros fatores, a um planejamento urbanístico antiquado, gerando grandes vazios. Iluminação apropriada, política preventiva de segurança e abertura do campus à populacão (gerando maior circulação de pessoas) seriam mais efetivas. Mas, acima de tudo…

    A Guarda Universitária deve ser responsável pela segurança da universidade. Essa guarda já existe, mas está completamente sucateada. Falta contingente, treinamento, equipamento e uma legislação amparando sua atuação. Seria muito mais razoável aprimorá-la a permitir a PM no campus, principalmente porque…

    A PM é instrumento de poder do Estado de São Paulo sobre a USP, que é uma autarquia e, como tal, deveria ter autonomia administrativa. O conceito de Universidade pressupõe a supremacia da ciência, sem submissão a interesses políticos e econômicos. A eleição indireta para reitor, com seleção pessoal por parte do governador do Estado, ilustra essa submissão. O atual reitor João Grandino Rodas, por exemplo, era homem forte do governo Serra antes de assumir o cargo.

    POSTURA MAIS TRANSPARENTE DO REITOR RODAS / FIM DA PERSEGUIÇÃO AOS ALUNOS

    Antes de tudo, independentemente de questões ideológicas, Rodas está sendo investigado pelo Ministério Público de São Paulo por corrupção, sob acusação de envolvimento em escândalos como nomeação a cargos públicos sem concurso (inclusive do filho de Suely Vilela, reitora anterior a Rodas), criação de cargos de Pró-Reitor Adjunto sem previsão orçamentária e autorização legal, e outros.

    No mais, suas decisões são contrárias à autonomia administrativa que é direito de toda universidade. Depois de declarar-se a favor da privatização da universidade pública, suspendeu salários em ocasiões de greve, anunciou a demissão em massa de 270 funcionários e, principalmente, moveu processos contra alunos e funcionários envolvidos em protestos políticos.

    Rodas, em suma: foi eleito indiretamente, faz uma gestão corrupta e destrói a autonomia universitária.

    Você pode estar pensando…

    MAS E O ALUNO MORTO NO ESTACIONAMENTO DA FEA-USP, ENTRE OUTRAS OCORRÊNCIAS?
    Sobre o caso específico, a PM fazia blitz dentro da Cidade Universitária na noite do assassinato. Ainda é bom lembrar que a presença da PM já vinha se intensificando desde sua primeira entrada na USP, em Junho/2009 (entrada permitida por Rodas, então braço-direito de Serra). Mesmo assim, ela não alterou o número de ocorrências nesse período comparado com o período anterior a 2009. Ao contrário, iniciou um policiamento ostensivo, regularmente enquadrando alunos, mesmo em unidades nas quais mais estudantes apoiam sua presença, como Poli e FEA.

    MAS E A DIMINUIÇÃO DE 60% NA CRIMINALIDADE APÓS O CONVÊNIO USP-PM?
    São dados corretos. Porém a estatística mostra que esta variação não está fora da variação anual na taxa de ocorrências dentro do campus ( http://bit.ly/sXlp0U ). A PM, portanto, não causou diminuição real da criminalidade na USP antes ou depois do convênio. Lembre-se: ela já estava presente no início do ano, quando a criminalidade disparou.

    MAS, AFINAL, PARA QUE SERVE A TAL AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA?
    Serve para que a Universidade possa cumprir suas funções da melhor maneira possível. De maneira simplista, são elas:
    - Melhorar a sociedade com pesquisas científicas, sem depender de retorno financeiro imediato.
    - Formar cidadãos com um verdadeiro senso crítico, pois mera especialização profissional é papel de cursos técnicos e de tecnologia.

    Importante: autonomia universitária total não existe. O dinheiro vem sim do Governo, do contribuinte, porém a autonomia universitária não serve para tirar responsabilidades da Universidade, mas sim para que ela possa cumprir essas responsabilidades melhor.

    COMO ISSO ME AFETA? POR QUE EU DEVERIA APOIA-LOS?
    As lutas que estão ocorrendo na USP são localizadas, mas tratam de temas GLOBAIS. São duas bandeiras: SEGURANÇA e CORRUPÇÃO, e acreditamos que opiniões sobre elas não sejam tão divergentes. Alguém apoia a corrupção? Alguem é contra segurança?

    O que você acha mais sensato:
    - Rechaçar reivindicações justas por conta de depredações e atos reprováveis de uma minoria, ou;
    - Aderir a essas mesmas reivindicações, propondo ações mais efetivas?

    Você tem a liberdade de escolher, contra-argumentar ou mesmo ignorar.
    Mas lembre-se de que liberdade só existe com esclarecimento.
    Esperamos ter contribuído para isso.

    Se você se interessa pelo assunto, pode começar lendo este depoimento: http://on.fb.me/szJwJt

    Bárbara Doro Zachi
    Jannerson Xavier Borges”

  84. Discordo imensamente do que vc escreveu, Tas. São duas as razões.
    Primeiro, porque faz uma generalização – se um usa roupas tais, todos os demais usam também, e, por consequência, todos são mimados. Parece-me bem claro que essa generalização é descabida, seria preciso ver, senão todos, pelo menos a maioria dos estudantes.
    Segundo, porque a roupa nada tem a ver com o que os manifestantes pediam. Quer dizer que só tem legitimidade pra protestar contra injustiças quem tem roupas baratas? Se o pessoal da ocupação tivesse se revoltado contra lojas de grifes ou o uso de roupas de grifes, p.ex., aí eu concordaria com você, pois seria paradoxal (é como alguém se dizer vegan e usar botas de couro – é contraditório). Mas, ao que me consta, a roupa que alguém usa não tem relação alguma com a presença da PM no campus.

    Cuidado com o preconceito, Tas. O protesto é direito de todos e deve ser feito por todos, sejam pobres, ricos, negros, pardos, brancos.

  85. Parabéns, Marcelo Tas.. entrou na roda de cabeça ein?
    bom exemplo pra quem te segue, pegar uma foto da VEJA e começar a publicar que todos os alunos da USP são iguais e lutam pelo mesmo propósito que ele.

  86. Anônimo porque você me conhece, somos amigos faz tempo, e não quero que você fique chateado comigo depois.

    O que eu quero dizer é que só lamento o que li e a sua postura. Parece que realmente não entende nada do que está acontecendo. A situação é muito mais grave do que você está pensando.
    Embora muitos dos alunos envolvidos neste triste episódio talvez não tenham mesmo tanto fundamento na sua rebeldia, o que acontece é muito grave, a polícia entra na faculdade para resolver problemas que prejudicam os alunos e o que resolvem? Prendem os próprios alunos.
    A situação se parece com a do livro “O Alienista”, de Machado de Assis. Na missão de erradicar com a loucura da cidadezinha interna todos os moradores.

    Acho muito triste ver você apoiando idéias idiotas como as críticas aos “rebeldes” da USP pelas roupas que usam, pelo dinheiro que tem. Só pobres podem se revoltar. Só gente que tem que ralar e não tem oportunidades na vida. Esses sim tem rebeldias fundamentadas. É isso?
    Pensamento raso. Muito raso.
    Você, assim como uma grande parte da população, quer que estudantes sejam cordeirinhos comportados, obedientes e que não se revoltem com nada. O melhor é que se revoltem com nada, ao invés de cordeiros. É melhor que tenham a semente da revolta e da indignação, já que nada funciona neste país.

    Enfim, fico muito triste de te ver perdido dessa forma. Uma pessoa que eu já respeitei muito, hoje não tenho tanta certeza.

    Um grande abraço, amigo.

    • Bom, acho que não são só pobres que têm que reclamar. Acho o discurso de que pobre é mais autêntico, algo bem errado. Porém, a USP é um local de pessoas que não podem pagar faculdades particulares . presume-se então, menos abastados. E mais ainda. Alguém que sofreu investigação sócio-econômica e é comprovadamente abastado, e mesmo assim vive em repúblicas destinadas a alunos pobres, no mínimo está indevidamente alojado. Começa por aí. Sem contar o fato de Todos os anos, não importa a reitoria, sempre há a mesma baderna. Querem apresentar esta última como algo improvisado e autônomo porque repercutiu mal. Porém, onde estão os 3000 que não coibiram tal ação? E porque permitem a influencia de Magno de Carvalho, que é um dos líderes da invasão à reitoria, e hospedou o Cesare Battisti ? Este movimento poderia ter sido legitimado, se a quietude dos discordantes fosse quebrada. Se os verdadeiros 3000 , com pedidos autênticos e legítimos, se expressassem contra. Mas quem cala consente e , se a opinião publica tivesse comprado tal revoltinha, com certeza seriam 3070 baderneiros. USP para quem precisa , e não para que “tem”. E Não me venha falar que sou doutrinado por veja, globo e psdb, porque procuro as entrevistas de tais líderes em jornais e blogs de esquerda e extrema esquerda.

  87. Tas, você é uma pena. Ah, se todos os que te respeitam como “proto-jornalista” soubesse da sua ligação com o DEM…

  88. O mais interessante é como essa galerinha pseudo-intelectual conseguiu prejudicar até mesmo a discussão da possível descriminalização da maconha. O cara estuda de graça às custas do povo brasileiro, inclusive dos semi-alfabetizados, e a contra-partida que querem dar a sociedade é fumar o cigarrinho do capeta no meio da rua. Sem dúvida essa baderna foi uma das coisas mais estúpidas que eu vi nos últimos tempos.

    • Amigo, com certeza vc está totalmente apático da situação, totalmente desinformado do que acontece na USP, completamente se fiando às versões da grande mídia.
      E para se informar mais, não precisa muito! Os próprios comentários desse post já dão muito boas referências.
      Enfim, respondendo rapidamente: a “baderna” toda NÃO É (como circula na mídia) porque eles querem “fumar o cigarrinho do capeta no meio da rua”. A “baderna” NÃO É porque prenderam três alunos fumando maconha na FFLCH.
      Confundir o estopim de um movimento com suas causas reais: é justamente isso que chamamos aqui de raso, de irrefletido, de fraco.
      A bandeira do movimento é outra.
      Ninguém é contra uma maior segurança no campus.
      Enfim, resumindo (e mesmo tentando enquadrar o argumento no pensamento conservador/pequeno burgues): a bandeira do movimento é contra a CORRUPÇÃO e o AUTORITARISMO do reitor e do governo (que de forma antidemocratica indicou, pela primeira vez, um reitor que não foi o escolhido pela consulta a comunidade academica).
      abç

  89. Um comentário desse vindo de um jornalista inteligente como é o Sr. Marcelo só pode apontar um motivo, marketing para as pessoas acessarem esse texto medíocre e comentarem.
    Sem mais.

  90. Me constrange que você, comunicador, ex-uspiano faça um relato tão simplista e enviésado da realidade. A ocupação contou com a presença de 72 pessoas, dentre eles 18 não eram nem alunos da USP. No total somos 89.000 estudantes. É um descaso a sua generealização com estudantes da melhor universidade do país que tanto se esforçaram para estar lá. A luta do movimento estudantil não aborda porte/legalização de drogas. Ela trata de inclusão da sociedade no meio universitário, política de segurança baseada em direitos humanos, liberdade de manifestação. É vergonhosa a sua falta de consideração com o outro lado da história. Fica aqui a monção de repudio dos alunos da Escola de Comunicação e Artes da USP a cobertura da imprensa ao caso.

    Nós, estudantes de Comunicações e Artes da ECA/USP viemos explicitar o nosso repúdio à maneira como a imprensa hegemônica tem exposto os acontecimentos recentes no campus da USP.

    ” Estamos constrangidos com a maneira preguiçosa e irresponsável como a imprensa e a televisão têm feito seu trabalho, limitando-se a vender o espetáculo originário de uma cobertura superficial e pautada no senso comum. Entendemos as comunicações e as artes como agentes essenciais na conscientização e na transformação da sociedade. Para isso, o jornalismo não pode ser um mero reprodutor de discursos circulantes, mas sim um instigador de debates e inquietações.

    Aquilo a que assistimos recentemente foi uma reprodução incansável de estereótipos, que só serviram para manipular a opinião pública contra as lutas que são primordiais dentro do campus. Como estudantes de universidade pública, é também nosso papel questionar a maneira como a mídia trata os movimentos sociais, principalmente como ela tem tratado o movimento estudantil. Buscar entender as raízes do problema exige apuração minuciosa, princípio básico do jornalismo. Posições existem, mas elas não podem ocultar ou distorcer fatos.

    O nome do que está sendo praticado é anti-jornalismo. A sociedade não financia a nossa formação para sermos profissionais como esses. “

    • Primeiramente “Monções” é alguma coisa relativa ao clima. Em segundo lugar, fica a constatação de que a ECA já foi melhor “povoada”, pois vocês nem de longe conseguiram “vender” à grande massa os motivos que ensejaram esses discursinhos “mexicanos” de estudante bicho grilo que pensa estar em 1970 fazendo resistência ao Estado opressor. Vai arrumar um emprego, mas não de publicitária, por favor!

  91. Breno Castro Alves 10 de novembro de 2011 at 17:12

    Credo Taz, que olhar conivente – cansado – burguês pras merdas do mundo… Você vestiu de vez a capa do cidadão de bem pagador de impostos hein? Jajá aparece um Ernesto Varela em cima de você..

    Putz, se vc tivesse aposentado – sumido – morrido logo depois do prof. Tiburcio vc seria um Hendrix da televisão brasileira… mas viveu e.. caetaneou.

    banana de pijama.

  92. Espero que tenha sido a Band quem te obrigou a escrever esse texto. Dela se pode esperar qualquer coisa, mas eu ainda tinha esperanças no “jornalismo justiceiro”. Tinha.

  93. Me envergonha um comunicador, ex-uspiano, que faça um texto tão tendencioso. Não importa o ponto de vista que você esteja apoiando, o que se espera é o minimo de investigação e cautela. Foram 73 ocupantes, sendo que desses, 18 não estudavam na USP. É um descaso rotular todos os estudantes da melhor universidade do país, que muito se esforçaram para estar lá. Fica para você a monção repúdio a cobertura da imprensa sobre o movimento estudantil, feita em Assembléia pelos alunos da Escola de Comunicação e Artes da USP.

    “Nós, estudantes de Comunicações e Artes da ECA/USP viemos explicitar o nosso repúdio à maneira como a imprensa hegemônica tem exposto os acontecimentos recentes no campus da USP.

    Estamos constrangidos com a maneira preguiçosa e irresponsável como a imprensa e a televisão têm feito seu trabalho, limitando-se a vender o espetáculo originário de uma cobertura superficial e pautada no senso comum. Entendemos as comunicações e as artes como agentes essenciais na conscientização e na transformação da sociedade. Para isso, o jornalismo não pode ser um mero reprodutor de discursos circulantes, mas sim um instigador de debates e inquietações.

    Aquilo a que assistimos recentemente foi uma reprodução incansável de estereótipos, que só serviram para manipular a opinião pública contra as lutas que são primordiais dentro do campus. Como estudantes de universidade pública, é também nosso papel questionar a maneira como a mídia trata os movimentos sociais, principalmente como ela tem tratado o movimento estudantil. Buscar entender as raízes do problema exige apuração minuciosa, princípio básico do jornalismo. Posições existem, mas elas não podem ocultar ou distorcer fatos.

    O nome do que está sendo praticado é anti-jornalismo. A sociedade não financia a nossa formação para sermos profissionais como esses.”

  94. Daqui 50 anos nos livros de historia tera a seguinte explicaçao : NO ANO DE 2011 3 ALUNOS FORAM PRESOS NA USP PORQUE ELES ESTAVAM FUMANDO MACONHA, AI A POLICIA PASSOU E VIU, ENTAO LEVARAM OS ALUNOS QUE ESTAVA DEMOCRATICAMENTE FUMANDO MACONHA, ENTAO ALUNOS QUE GOSTAM DO MESMO E DE OUTRAS COISA FORAM DEFENDER , AI ENTAO O BRASIL SE TORNOU ESSA MERDA QUE É HOJE, GRAÇAS A UNIVERSITARIOS MARAVILHOSOS O BRASIL É ISSO. sera que nimguem pensou que se beneficiaria co a policia fora do capus, alguem deve ter muitos clientes nesse lugar , deve rolar muito dinheiro de trafico la dentro, nimguem pergunta o porque dessa loucura desses noias !!

    • Pelo menos essas pessoas sabem português, o que não é o seu caso. Procure saber alguma coisa com relação ao Movimento antes de prever a causa da decadência do país como culpa dos universitários. Queria que a corrupção fosse motivo para tanta indignação também. Mas para que se preocupar com os reais motivos da decadência do país quando perigosos 70 estudantes invadem uma reitoria???
      Lamentável!!!

  95. Tas ja pensou em se candidatar para colunista da revista veja? Sua cara seu lixo!

  96. Mandou mal Tas. Sou a favor da PM, sou tambem totalmente contra à invasão da reitoria, não achei que tinha a necessidade. Tenho meus motivos para isso e são muito maiores do que os argumentos usados por você demonstrando que não tem conhecimento nenhum do que está acontecendo. Uma pessoa como você, antes de escrever um texto desses, deveria se informar mais, não apenas ver notícias na TV e ler manchetes de jornais por aí.

    Vou apenas recomendar três páginas para você refletir melhor e decidir qual sua opinião. Se continuar a mesma, tudo bem, mas acho que, não importando qual partido você tomar, os argumentos serão outros:

    http://bloglog.globo.com/ticosantacruz/
    https://www.facebook.com/notes/jannerson-xavier/esclarecendo-o-caso-usp-pra-quem-v%C3%AA-de-fora/2459499642739
    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10150354170676574&set=o.136313366472242&type=1&ref=nf

    • Ih, nem perde seu tempo…. o Tas ler, se informar, ter senso crítico? Coisa do passado. Ele não precisa ler, a capa da Veja já contou pra ele tudinho, tim tim por tim tim…

  97. Caro Marcelo Tas

    Que comentário infeliz! Que post infeliz! Entendo e até gosto do humor do site e do tumblr, aproveitando os memes e o anonimato da internet para se fazer piada sobre uma questão recorrente. Aliás, veja também esse http://likearodas.tumblr.com/

    Mas desde quando as roupas ou a condição social de um cidadão que se manifesta politicamente é relevante para a discussão? Além de reforçar o preconceito de que o universitário da rede pública é um “filhinho de papai rebelde sem causa”, o post em si não propõe uma discussão mais sensata sobre o assunto. Não propõe, apesar de ter gerado.

    Não sei se você ainda frequenta as instalações da USP ou acompanhou de perto o desenrolar dos fatos de todo esse conflito. Me parece que não.

    Para os que acompanham de longe o conflito:

    O fato dos três estudantes terem sido abordados com maconha não é o real motivo para os protestos desde então. Ninguém está lá com o objetivo de conquistar regalias como permissão para consumo livre de drogas. Embora a revista veja, a rede globo e muitos portais de notícias insistam em bater nessa tecla.

    A abordagem desses três estudantes foi somente o estopim de uma série de insatisfações já recorrentes na Universidade, uma delas o convênio de segurança entre a PM e a USP.

    é dificil acreditar que a presença da PM se dê somente por questões de segurança, visto o que aconteceu na reintegração de posse realizada nessa terça feira dia 8.
    é difícil perceber que a PM [uma políicia militarizada !!!!!!] é apta em lidar com manifestações políticas ou atos pacíficos.
    é necessária uma megaoperação com mais de 400 homens, cavalaria, tropa de choque e um heicoptero para a retirada de 72 estudantes desarmados e que em nenhum momento apresentaram resistência? Qual foi o custo dessa mega operação ninguém se pergunta, mas todos engolem as imagens da destruição da reitoria e aceitam pacificamente a atribuição desse vandalismo aos estudantes.

    Tentaram enquadrar os manifestantes como crime de formação de quadrilha!! Por que será que os estudantes estavam encapuzados e evitavam suas identificações? Porque sabem que os direitos de manifestações livres não são assegurados dentro da Melhor Universidade da América de sei lá onde.

    Como ainda aturamos uma instituição militarizada, enraízada nos tempos da ditadura militar e que carrega no seu brasão estrelas prateadas exaltando a repressão a três movimentos populares (Canudos, Revolta da Chibata, Greve de 1917) e a “revolução de 64″, por exemplo?
    O argumento da [falta] segurança é real, sempre foi. Mas há alternativas para isso: melhor iluminação, melhor preparo e não terceirização da guarda universitaria. Além disso, a intensificação da PM na USP se deu em abril, portanto anterior ao assassinato do aluno da FEA. A PM estava presente na USP e em operação quando o caso aconteceu. ouça a entrevista de um major da PM à Rádio Estadão ESPN http://migre.me/67shv

    Tas, lá na ponta disso tudo, está a reivindicação estudantil por poder. Poder político. Há uma mistificação do universitário brasileiro da rede pública, é depositado sobre a imagem do universitário a responsabilidade de mudança do país, afinal “somos a nata da sociedade” “a elite paulista”. Mas isso não nos é conferido em poder político dentro da própria Universidade. Por exemplo, não há eleições para reitor! Não temos meios eficientes e abertos para discussões políticas dos rumos da Universidade! A estrutura de poder da USP não é democrática! Talvez o meio “ilegítimo” das invasões só explicite essa falta de diálogo entre o corpo discente e os caras que fazem a Universidade rodar.

    Acredito também que o Movimento Estudantil é fragmentado, muitas vezes ingênuo, principalmente ao lidar com a imprensa e a sua imagem. Vejo também uma inabilidade em articular as suas pautas com as urgências além muros. Tanto que muitos se perguntam por que “eles” , por exemplo, não se manifestam contra a corrupção.

    Porém apesar dos percalços, do erros e dos deslizes estudantis, me indigna ainda mais posts como esse que eu acabei de ler! comentário infeliz que reduz e empobrece o debate. Fomenta preconceitos.

    O que mais me impressiona são as manifestações odiosas contra esses estudantes que apoiam ou invadiram a reitoria, por exemplo: “borracha nesses vagabundos” “bando de maconheiro” etc. é só ler os comentários a cima.

    É A GERAÇÃO TROPA DE ELITE VIBRANDO NAS REDES SOCIAIS!

    Moçada, tomem cuidado ao defender o porrete. Um dia é na cabeça dos outros, mas no outro…

  98. Marcelo Tas, respeito muito você, e acredito que você seja um grande jornalista. Mas neste caso, você simplesmente mandou mal. Que pena.

  99. Vergonhoso, Tas, um jornalista como você, ex-uspiano, compartilhar dessas ideiazinhas pobres, de quem ABSOLUTAMENTE NÃO sabe (ou não quer ver) o que está acontecendo dentro da USP. Ridículo este post, acabou com qualquer admiração que eu tinha por você e pelo que você produzia.

  100. Guilherme, concordamos no ponto principal, a ocupação acéfala da reitoria. O resto é sua interpretação.

    • Gustavo Chiappetta 10 de novembro de 2011 at 17:47

      A invasão (meio) é acéfala e foi feita por 70 alunos, e não “pelos alunos da USP”.

      A finalidade é pertinente e é a opinião de 3000 alunos (assembleia do dia 08/11).

  101. Desde quando policia no campus é repressao? eles impedem os alunos de estudar? impedem os alunos de ir e vir? ou impedem os mimados de fumar maconha na larga e ainda trazer cachaça pras salas vazias?

    eita, é muito bonito falar em ocupação, quando se faz invasão, e repressão quando se fala em prender alguem que viola a lei

    mas se os reprimidos se sentem tão mal com as regras, porque não fazem tudo em casa? ou vão para o exterior estudar? dinheiro eles tem, que vão para uma holanda da vida, viver sem lei e gastando adoidado

    • Impedem meu caro. Leia os testemunhos já publicados na internet. A polícia entra no campos sem ingenuidade e com um claro projeto ideológico para a Universidade. Sugiro pesquisas a todos os lados.

  102. Tanta gente séria querendo fazer uma faculdade em uma instituição como a USP, e esses maconheiros lutando pelo “direito” de se drogarem dentro do campus. Que se droguem na casa dos papais endinheirados, e respeitem essa renomada universidade.

  103. 1-Sugiro que visite a ocupação antes de rotular os manifestantes.
    2-Se a universidade está cheia de filinhos de papai, este sistema de ensino os colocou lá. E é exatamente contra este sistema que eles protestam.
    3-Mesmo que fossem, então não teriam o direito de pensar? de protestar?

    E eles é que são os fanáticos..

    • É contra esse sistema de ensino que eles estão lutando? aonde? quando?
      Não vi nenhuma manifestação relacionada ao sistema de ensino adotado. Não vi nenhuma manifestado digna de respeito. Eu vi um bando, sim bando por que é isso que eles são, de vândalos destruindo a Universidade que é construída com dinheiro público, dinheiro esse que é desviado todos os dias e que enchem o bolso de milhares de políticos, mas por esse motivo os estudantes não brigam, mas brigam pra tirar a PM de dentro da faculdade, por que eles querem “puxar” um fuminho depois do dia estressante de aulas … Ah faça me o favor … Vão lutar por algo como fizeram os “Caras Pintadas” na década de 80 e 90, ai sim vocês terão toda a razão em dizer algum coisa, e tem mais, os “Caras Pintadas”, pintaram a cara com as cores do país, enquanto os “alunos” da USP colocaram camisa no rosto como bandidos.

    • Protestar usando GAP é ridículo. Bonito é usar GAP e ficar sentado no sofá vendo o governo do estado destruir a USP

  104. Tas, por essas e outras que eu sempre vou te achar O cara. Espero algum dia chegar a ser uma jornalista do seu nível.
    E alguns pontos sobre alguns comentários:
    eu estudo na UNESP por três anos agora. Infelizmente não temos policiamento no campus, pois tivemos casos de estupro, furto e um tarado frequentando os banheiros femininos à noite. Fora que, por não termos policiamento, o campus não pode ficar aberto depois da meia noite.
    Não vejo no que a presença de PM’S poderia atrapalhar nas minhas atividades na faculdade – que consistem em ir para as aulas à noite, participar de um grupo de estudos, de colóquios e conversar com a minha orientadora. Bem, talvez se eu incluísse “fumar maconha no bosque” entre essas atividades, a PM poderia ser um empecilho.
    E quanto à PM, ela é falha. Nós sabemos que ela é falha, é assim no país inteiro, e eu não vou entrar nesse mérito. Mas porque nós não podemos ter a polícia ideal (e utópica), não devemos ter polícia nenhuma? E depois o posicionamento de quem é a favor da PM é que é radical…
    E PAREM de divulgar esse texto da Carta Capital travestido de texto imparcial mas que no fundo é só mais uma manifestação esquerdopata radical. Não há nada de “esclarecimento” num texto que compara filhinhos de papai fazendo baderna por não poderem fumar umazinha em paz na faculdade com a Marcha da Liberdade que aconteceu na Paulista.
    Fico por aqui. Mais uma vez, Tas, obrigada por contribuir com o jornalismo brasileiro.

  105. Caro Marcelo Tas

    Que comentário infeliz! Que post infeliz! Entendo e até gosto do humor do site e do tumblr, aproveitando os memes e o anonimato da internet para se fazer piada sobre uma questão recorrente.

    Mas desde quando as roupas ou a condição social de um cidadão que se manifesta politicamente é relevante para a discussão? Além de reforçar o preconceito de que o universitário da rede pública é um “filhinho de papai rebelde sem causa”, o post em si não propõe uma discussão mais sensata sobre o assunto. Não propõe, apesar de ter gerado.

    Não sei se você ainda frequenta as instalações da USP ou acompanhou de perto o desenrolar dos fatos de todo esse conflito. Me parece que não.

    Para os que acompanham de longe o conflito:

    O fato dos três estudantes terem sido abordados com maconha não é o real motivo para os protestos desde então. Ninguém está lá com o objetivo de conquistar regalias como permissão para consumo livre de drogas. Embora a revista veja, a rede globo e muitos portais de notícias insistam em bater nessa tecla.

    A abordagem desses três estudantes foi somente o estopim de uma série de insatisfações já recorrentes na Universidade, uma delas o convênio de segurança entre a PM e a USP.

    é dificil acreditar que a presença da PM se dê somente por questões de segurança, visto o que aconteceu na reintegração de posse realizada nessa terça feira dia 8.
    é difícil perceber que a PM [uma políicia militarizada !!!!!!] é apta em lidar com manifestações políticas ou atos pacíficos.
    é necessária uma megaoperação com mais de 400 homens, cavalaria, tropa de choque e um heicoptero para a retirada de 72 estudantes desarmados e que em nenhum momento apresentaram resistência? Qual foi o custo dessa mega operação ninguém se pergunta, mas todos engolem as imagens da destruição da reitoria e aceitam pacificamente a atribuição desse vandalismo aos estudantes.

    Tentaram enquadrar os manifestantes como crime de formação de quadrilha!! Por que será que os estudantes estavam encapuzados e evitavam suas identificações? Porque sabem que os direitos de manifestações livres não são assegurados dentro da Melhor Universidade da América de sei lá onde.

    Como ainda aturamos uma instituição militarizada, enraízada nos tempos da ditadura militar e que carrega no seu brasão estrelas prateadas exaltando a repressão a três movimentos populares (Canudos, Revolta da Chibata, Greve de 1917) e a “revolução de 64″, por exemplo?
    O argumento da [falta] segurança é real, sempre foi. Mas há alternativas para isso: melhor iluminação, melhor preparo e não terceirização da guarda universitaria. Além disso, a intensificação da PM na USP se deu em abril, portanto anterior ao assassinato do aluno da FEA. A PM estava presente na USP e em operação quando o caso aconteceu. ouça a entrevista de um major da PM à Rádio Estadão ESPN http://migre.me/67shv

    Tas, lá na ponta disso tudo, está a reivindicação estudantil por poder. Poder político. Há uma mistificação do universitário brasileiro da rede pública, é depositado sobre a imagem do universitário a responsabilidade de mudança do país, afinal “somos a nata da sociedade” “a elite paulista”. Mas isso não nos é conferido em poder político dentro da própria Universidade. Por exemplo, não há eleições para reitor! Não temos meios eficientes e abertos para discussões políticas dos rumos da Universidade! A estrutura de poder da USP não é democrática! Talvez o meio “ilegítimo” das invasões só explicite essa falta de diálogo entre o corpo discente e os caras que fazem a Universidade rodar.

    Acredito também que o Movimento Estudantil é fragmentado, muitas vezes ingênuo, principalmente ao lidar com a imprensa e a sua imagem. Vejo também uma inabilidade em articular as suas pautas com as urgências além muros. Tanto que muitos se perguntam por que “eles” , por exemplo, não se manifestam contra a corrupção.

    Porém apesar dos percalços, do erros e dos deslizes estudantis, me indigna ainda mais posts como esse que eu acabei de ler! comentário infeliz que reduz e empobrece o debate. Fomenta preconceitos.

    O que mais me impressiona são as manifestações odiosas contra esses estudantes que apoiam ou invadiram a reitoria, por exemplo: “borracha nesses vagabundos” “bando de maconheiro” etc. é só ler os comentários a cima.

    É A GERAÇÃO TROPA DE ELITE VIBRANDO NAS REDES SOCIAIS!

    Moçada, tomem cuidado ao defender o porrete. Um dia é na cabeça dos outros, mas no outro…

    E o Professor Tibúrcio dando o exemplo pra molecada…

    • Tas,
      Antes de mais nada, gostaria de deixar claro que sempre o adimirei muito! Desde cirança até hoje. Sempre o achei uma das cabeças mais brilhantes do país e com certeza a mais brilhante da mídia (e estou me referindo ao conteúdo, não a superfície…) por sua habilidade de utilizar o humor, por exemplo, para criticar e construir intelecto…
      Deixado isso claro, gostaria também de reforçar o fato de que optei por usar meu nome completo neste post. Aceito ser identificado! (ok, talvez nem seja grande coisa mesmo) Mas o fiz porque eu NUNCA participo de blogs ou coisas do genero (inclusive, sequer tenho Facebook) e gostaria que soubessem que não sou um desocupado pentelho reclamão que posta só por postar…

      “Depois” de mais nada gostaria de continuar o post pedindo desculpas por qualquer inadequação da minha escrita ao formato desta publicação, afinal estamos tratando de um blog e ao abrirmos a oportunidade de comentários para todos não podemos prever que tipo de leitores (de blog ao menos) poderemos encontrar…

      Continuo esta resposta com o desejo de me expor um pouquinho mais, mesmo sabendo o risco que estou correndo (tenho CERTEZA que de que tenho intelecto largamente inferior ao seu e qualquer informação ou comentário poderá e será provavelmente utilizada contra mim – não estou sendo irônico).
      Me exponho dizendo que sou estudante da USP. Faço FAU já há cinco anos. Sou colega, portanto, deste tal Alexandre…
      Conheço-o e não entrarei no mérito de discutir sua escrita, tão pouco suas leituras, por falta de autoridade neste assunto.

      Gostaria, porfim de AGRADECÊ-LO por ter esclarecido toda esta confusão na USP: A escrita dos alunos é deficiente, e ainda assim, de alguma maneira, fomos capazes de passar no vestibular mais cobiçado do país… Realmente a Universidade deve estar repleta de idiotas… Incluo-me neste grupo de panacas. E é (ou talves fosse melhor escrever “era”) por isso que procuro engrandecer meu intelecto e tento superar minha panaquisse procurando argumentações inteligentes em alguns Blogs, (como o de Marcelo Tas, eis o link para que você possa lê-lo: http://blogdotas.terra.com.br/ )
      (agora estou sendo irônico)

      Fiquei triste e decepcionado por ter sido chamado de maconheiro, filinho de papai, mimado e etc. Não uso drogas, não tenho tudo que quero presenteado pelos meus pais e inclusive compro minhas coisas com o dinheiro que ganho no meu estágio… Não invadi o prédio da reitoria e nunca piquetei uma aula. Após de cinco anos fazendo parte do grupo de alunos da USP (e tendo passado por três greves) SEMPRE respeitei a decisão da maioria e me orgulho em dizer que nunca fiz nada que possa ser considerado errado pela polícia, governo, guarda universitária, reitoria, equipe de limpeza ou qualquer outro indivíduo, conjunto ou equipe.

      Acredito (e quero acreditar) que seu post tenha sido feito em um momento de raiva, portanto de maneira impulsiva e inpensada… Gostaria muito de ter Marcelo Tas de volta, mas honestamente, não sei como. Talvez um simples pedido sincero de desculpa possa ser suficiente para mostrar que repensou no que disse e que não teve intenção de me ofender (assim como não tenho intenções de ofender ou agredir de qualquer maneira ao senhor – novamente estou sendo completamente sincero)

      E, finalmente, deixo-o livre deste longo e chatíssimo post citando um EMBURECEDOR blog, o 9gag! Talvez você o conheça, mas para deixar claro o que quero dizer há um meme que ironiza o comportamento de internautas panacas que apresenta um desenho associado a desprezo e a frase “Too longo, didn’t read”. Este foi minha impressão ao ler a sua resposta ao Alexandre.

      Tas, lerei e estudarei para me tornar um melhor cidadão! Obrigado pela dica!
      E deixo-lhe uma pequena dica, que talvez possa ajudá-lo em algo: leia posts por inteiro em seu blog e procure respondê-los com caldo, para que essa mistura de caldos variados possa fazer de nossa sociedade uma imensa sopa inteligente.

      Obrigado pela atenção,
      Fabio Carrari Sayegh,
      dentre outras coisas, estudante da USP e desfavorável ao rumo que os acontecimentos tem tomado…

    • pelo menos a eca ainda tem salvação.

      eis o maconheiro conterrâneo de tas.
      http://blogs.estadao.com.br/marcelo-rubens-paiva/geracao-mascarada/

    • Gostei muito dos seus argumentos e da profundidade com que toca o tema, Tas. O espaço que abre para a discussão em seu blog é amplo e você se posta sempre aberto ao diálogo, compreendendo a essência dos comentários do leitores e replicando com afirmações embasadas e de forma alguma falaciosas.

    • engraçado você em seu programa criticar a postura petulante e deselegante dos políticos quando entrevistados e dar uma resposta dessa ao colega Alexandre. Apelar para uma possível deficiência da escrita dele? eu não achei o texto mais mal escrito que o do seu blog por exemplo… mas quem sou eu perto de alguém tão culto como você, Marcelo Tas?

    • Ao que parece o Tas nem se deu ao trabalho de ler a minha opinião.
      Tentarei fomentar a discussão com essa carta http://migre.me/67ALD
      Se trata de um documento da diretoria da “fedidíssima e decadente FFLCH” legitimando a invasão do prédio de adm da própria FFLCH pelos “mimados-desocupados- ignorantes, pelos doninhos da verdade, pela nossa versão deteriorada de OccupyWallStreet remixada no eixo VilaMadalena-AlphaVille” como uma “manifestação exclusivamente estudantil”.
      Aliás, aproveitando: Tas, parabéns! Eu como tenho a escrita deficiente, hesitei ao escrever fedidíssima, procurei no google e adivinha!?O primeiro link é o seu! Deste post! É isso aí! Sempre chegando primeiro com as informações mais precisas.
      Sem mais e desculpe mais uma vez pela minha inabilidade com o texto.

    • Eu entrei nos comentários justamente pra criticar esse post também. Amo o Tas, leio o blog regularmente, mas, achei desnecessário ligar o movimento aos filhinhos de papai sem fomentar a discussão criativa a cerca do que está acontecendo.
      Fui estudante da USP e concordo que o que mais tem lá é elite, mas, pelo que tenha lido, não acho que isso seja o x da questão. Complementando o que o Alexandre escreveu, ouvi algumas entrevistas na CBN com professores renomados de lá, pessoas que não só estudaram muito as questões sociais e políticas brasileira e mundial, mas, que estão dentro da instituição e tem mais o que acrescentar que nós que estamos de fora, e eles comentaram que o que está acontecendo é uma resposta entalada dos estudantes não para a questão da maconha, mas, a forma como a polícia já vinha atuando no Campus…fazendo revistas em pessoas que saiam da biblioteca, que entravam em algumas unidades (principalmente negros), reprimindo casais homossexuais, inclusive com voz de prisão, dentre outros casos (tudo isso falado por um professor da ECA). A revolta é pelo tratamento que a PM sempre tratou a sociedade: com preconceito e com abuso de poder.
      E Tas…po…sua resposta me decepcionou. Pareceu uma criança contrariada, mas, continua sua fã pelo conjunto da obra.

    • Quando alguém defende os manifestantes sem usar argumentos, o Tas pede pra falarem sobre as reivindicações dos estudantes. Aí, vem um e faz isso, de forma clara, e ele diz que a pessoa escreve mal. É, Tas, sua máscara caiu faz tempo. Sua falta de argumentos e a insistência em manter uma opinião preconceituosa e sem embasamento nenhum beira o ridículo. Triste e lamentável. R.I.P. Professor Tibúrcio.

    • Quanta dignidade se desfazer de uma resposta tapa-na-cara dessas simplesmente porque o cara não escreveu como o Pasquale gostaria…

    • O Tas mudou, agora ele é um idiota arrogante, que não se dá nem o trabalho de contra-argumentar, prefere insultar seus leitores.

      Que pena, parecia um cara tão legal no início da carreira…

    • Guilherme Cianfarani 10 de novembro de 2011 at 17:23

      Marcelo Tas, porque ao invés de responder o Alexandre com argumentos relevantes você encerra a discussão com uma frase de efeito completamente estéril pra um diálogo. Bem, pelo menos com ele você começou um diálogo, já comigo que não usei palavrões, agressões gratuitas (aliás, seu post é um belíssimo exemplo de agressão gratuíta) e nem fiz propgandas não tive minha postagem aprovada. Uma pena.

    • Tas, concordo que a minha escrita seja deficiente.
      E aliás, obrigado pelos seus bons argumentos.
      A conversa foi realmente muito produtiva.

    • Caro Alexandre, você usa muitas palavras para pouco caldo. Leia bons livros, eles aprimoram a escrita e o pensamento. Conselho de Prof. Tiburcio.

  106. Marcelo Tas se mostrando um reacionário de primeira…
    Já esta habilitado a ter uma coluna na Veja, heim??
    A baixaria na argumentação vazia já tá no nível…

  107. E vai dizer que as Universidade Públicas Brasileiras nunca foram elitista!?? Então todos os protestos já feitos por estudantes na história brasileira foram comandados por um bando de playboyzinhos!!!
    Não estou falando que os estudantes estão 100% certos, o que era pra ser um protesto com 100% de razão acabou perdendo um pouco pra algumas badernagens que tiveram por ai!! Mas tirar o foco da razão do protesto pra xingar estudante de playboyzinho, foi muita falta de jornalismo sério, que eu acreditava que você tinha. Primeiro dá uma olhada nos fatos e depois vem rotular!

  108. Weber Escramanhoni 10 de novembro de 2011 at 15:13

    Resumindo: é tudo jogada política, e a mídia faz o jogo deles. O povo, na comodidade de pegar apenas o que jogam no ar pra eles, se faz perder os próprios direitos. Como li em um dos debates sobre o assunto, vivemos em uma “modernização do atraso”. Acho um termo bem justo para o que acontece. Olha, tem 3mil estudantes em greve depois da retomada de posse da reitoria. Será que pessoas, com o nível de passar por mérito na fuvest se arriscaram ser presas por causa de “baseadinho”? Será que as pessoas não pensam o porquê de tanta gente contra a medida, sendo um lugar onde já aconteceram assassinatos, estupros e roubos? A presença da PM, sim, resolve isso, mas o que perderão é algo muito maior. Existem formas melhores de resolver, que já foi muito discutido por lá, mas a falta de democracia impediu de acontecer.

  109. Weber Escramanhoni 10 de novembro de 2011 at 15:08

    http://altamiroborges.blogspot.com/2011/11/quem-sao-os-vandalos-da-usp.html?spref=tw

    Acho que esse texto deixa as coisas mais claras sobre a origem do(s) problema(s).

  110. Poxa Tas, eu te admiro desde a infância, mas esse seu comentário realmente foi bem tacanho. Só mesmo quem participa do dia-a-dia das universidades públicas sabe bem como é uma repressão de reitoria, PM no campus e toda a dificuldade com verbas, falta de professores, gastos desnecessários e tudo mais. Além da USP a Unicamp também anda sofrendo com isso, procure saber da situação dos funcionários e o que foi feito para que o RU reabrisse nessa semana. Mas por favor, não entre apenas em contato com a reitoria, procure também aqueles que estão reivindicando e alegando as más condições, afinal é só assim que podemos avaliar uma situação e até “tomar partido”, e não centrar o nosso discurso em apenas xingamentos e preconceitos. Sinceramente não vejo a lógica em dizer que os manifestantes são ricos e por isso a causa deles não vale nada, foi isso que eu entendi.
    Sinceramente,

    Rebeca (aluna de Estudos Literários – IEL Unicamp)

  111. Meu deus, Taz, que textinho xucro

  112. Não, Marcelo Tas não é inteligente, ao contrário do que muitos ingênuos pensam.

  113. Mais respeito com a FFLCH.
    Valorizam tanto a USP por ser “a melhor Universidade da América Latina” e usam esses dados quando bem querem. Mas acho que “esqueceram” de avisar que dos 9 melhores cursos (que mais pontuam), 6 são da FFLCH. http://fflch.usp.br/node/1762
    Se ela é “porca” imagina o resto…

    • Cintia, voce esta combatendo um numero com um outro que nao tem nada a ver. A produçao cientifica faz dela a maior da america latina sim, mas isso nao exclui o fato de 6 dos unicos 9 cursos da usp que entraram nos 200 melhores serem da FFLCH. Sao analises diferentes onde a usp se destaca.

      E se a FFLCH tem um fato de impacto baixo na pesquisa, e se a FFLCH ta velha e mal cuidada, é porque toda a verba de pesquisa vai pra àreas que trazem retorno financeiro pra empresas. A FFLCH nao recebe dinheiro pq ninguem quer pagar por uma pesquisa de filosofia ou historia, aih o curso fica abandonado, mais um absurdo na distribuiçao do orçamento da faculdade, que abandona as ciencias humanas descaradamente.

    • A USP é a melhor faculdade da América Latina, mas não é apenas a qualidade dos cursos que entra na avaliação…outro fator importante é a produção científica. A USP é responsável por 25% de toda a produção científica do pais, a FFLCH tem uma contribruição muito pequena nessa área e em jornais que o fator de impacto é baixo.

  114. Tás,

    Você é um cara inteligente, mas leia este texto e veja como sua análise foi limitada.

    http://www.cartacapital.com.br/sociedade/ocupacao-patetica-reacao-tenebrosa/

  115. Em primeiro lugar a inteligência, certo? Não sejamos simplistas, nem baseados em senso comum, como falaram a pouco. A USP precisa melhorar e muito mas o que isso tem a ver com a prisão de três maconheiros?

    Ocuparam prédios por vários dias, se reuniram e discutiram, havia espaço para um diálogo – e isso precisa ser organizado entre todos – e se decidiu pela desocupação. Os que ficaram, até mais de dois dias após a reintegração, são a minoria radical que sempre viaja na maionese.

  116. Playboys filhinhos de papai protestando:
    http://www.youtube.com/watch?v=bk9Ltv2aO6Q&feature=related

    Barbudos do curso de esquerdo criticando o reitor no CQC:
    http://www.youtube.com/watch?v=OjnQncu_l50&feature=fvsr

    Disrcurso de maconheiros reivindicando seu direito de fumar seu baseadinho em 2009 – quando tudo começou.
    http://www.youtube.com/watch?v=uUgSGS0lUfA

    Não se pode achar que, porque alguns invadiram a reitoria que o negócio na usp não é sério.

    • Caro Marcelo Tas, admiro seu trabalho, mas esse texto foi muito infeliz. Numa situação como esta, em que milhões de brasileiros estão atordoados, sem saber o q dizer do q está ocorrendo na USP, na educação e na política brasileira como um todo, vc só contribuiu para desorientar seus leitores.

      Vc ressalta o desperdício dos recursos públicos feito por esses estudantes. E o q vc sugere? Que sejam expulsos todos os estudantes que ocuparem prédios de reitorias no Brasil? Q sejam presos, executados? Vc tem ideia de quantas centenas de milhões os reitores de universidade roubam por mês, no Brasil? E isso ñ é desperdício?! Uma pesquisa sobre isso seria muito mais importante do q bisbilhotar a vida privada de alunos, como vc sugere de forma lamentável!

      Você fala da deterioração de movimentos respeitados internacionalmente. Vc já parou pra pensar o quanto a pseudo democracia paulista é uma versão deteriorada da Democracia q o mundo aprendeu a respeitar? Já refletiu sobre o quanto a educação brasileira é uma versão deteriorada de tudo q se possa descrever como um programa sério de educação pública? A USP, a maior universidade brasileira ñ é se quer uma das 150 melhores do mundo e nossa economia é a 8ª maior. Porque isso acontece?

      E esses são apenas uma minúscula fração dos temas que precisam ser discutidos num momento de crise como este. Aí eu entro no blog de um cara da sua grandeza e vc me vem com um textinho baseado no http://gap-revolucionario.tumblr.com/, um site ridículo, com um argumento repetitivo e superficial, que utiliza unicamente a desqualificação do oponente, a mais detestável e estéril estratégia retórica que existe!

      Se alguém agrediu jornalista, sim: vamos condenar, inclusive por meio do judiciário. A liberdade de imprensa é sagrada! Agora vc vem me dizer q a sociedade brasileira entendeu, referindo-se a essa postura reacionária e serviu de se engolir tudo calado e de nunca se reivindicar direitos! É isso q a sociedade brasileira mais sabe fazer. E sim: isso é herança da repressão, inclusive da perseguição de jornalistas desencadeada pela ditadura de 1964. Só vc não sabe. E a ditadura está mais do que viva em são Paulo e se relaciona ao atual governo e à PM sim. Vc sabe o significado de cada estrela do brasão da PM? Vc sabe quem é José Maria Alkmim e qual sua relação com os líderes da ditadura de 1964? E vc consegue relacionar esse sobrenome ao de Geraldo Alkmim?

      Vamos escrever pra esclarecer as coisas, Marcelo Tas. Fazer isso que vc fez nesse texto é o melhor caminho pra se perder a credibilidade.

  117. Leonardo Calsavara 10 de novembro de 2011 at 12:53

    Marcelo, acredito sim que a mídia tenha enfeitado um pouco essa história, mas acho que toda essa indignação popular na verdade reflete esse sistema de ensino falido onde o governo gasta uma verba absurda pra manter universidades onde o “democrático” sistema de vestibular privilegia quem na grande maioria das vezes, estudou em colégios caros, enquanto os colégios públicos de ensino fundamental e médio estão abandonados, sem verba, sem profissionais competentes e motivados, e sem nenhuma qualidade no “ensino” que dado. Será que estas universidades estão dando à sociedade um retorno satisfatório do dinheiro que é investido nelas? Eu acho que não.

  118. Bom dia pessoal!!! Quando um assunto toma a proporção que tomou e me enchem o saco com vários tipos de perguntas e afirmações infundadas, não da para me omitir!! Que a educação no Brasil está uma merda a muito tempo e em especial em SP isso é fato. A prioridade do Governo Tucano nunca foi a educação isso a gente já sabe. É redundante ficar apontando os problemas, como por exemplo aluno saindo do ensino fundamental sem saber ler.
    Agora, o que aconteceu ontem na USP, foi um ato de ação do Estado, cumprindo uma determinação da justiça. Ou seja, parem com esse discurso demagógico e hipócrita de que a policia isso , que a policia aquilo. O MOVIMENTO SÉRIO, QUE QUER MUDAR E MELHORAR A USP E O BRASIL, NÃO ESTA PRESO, MUITO PELO CONTRÁRIO, ESTÃO ARTICULANDO JUNTO A BASE, QUAIS AS FORMAS DE LUTA DE VERDADE. Quem foi enquadrado e preso, são aqueles BURGUESES travestidos de revolucionários, gritando palavras de ordens que nem eles sabem do que se trata, VÃO SE LIMPAR ANTES DE COMEÇAREM A SE COMPARAREM COM QUEM LUTOU CONTRA A REPRESSÃO. Tenhamos responsabilidade sobre o que escrevemos, não nos deixemos ser contaminados por discursos simplistas e de senso comum. O BRASIL PRECISA CONTINUAR AVANÇANDO, E ESSE TIPO DE POSTURA SÓ ATRAPALHA QUEM QUER TRABALHAR DE VERDADE.

  119. Bom dia !

    Concordo que o ‘estopim’ foi realmente um ato de no mínimo pequena relevância, para não utilizar uma denominação mais chula.
    Só não concordo em ficarmos raivosos e focados somente neste ponto e em nenhum momento pesquisar o que esta acontecendo na Universidade de São Paulo.
    Será que o foco não deveria ser outro ?
    Não seria este o momento de repensar a função da academia na vida da sociedade ou a sociedade na vida da academia ?
    Será que os últimos 20 anos de desgoverno não influenciaram em nada as condições de estudo e não deveriam aparecer mais na tal da ‘midia’ antenada, livre e despojada ?

    “Prefiro o barulho da imprensa livre ao silêncio das ditaduras.”

    Atenciosamente,
    Sérgio Alencar
    D’us continue te abencoando !

    • Caro Marcelo, te proponho um exercício: tente reescrever o texto usando argumentos relevantes, refletindo sobre questões como o papel da universidade pública, o acesso à ela, o papel da polícia diante dos movimentos sociais ou até mesmo sobre os “limites” na educação dos jovens (são apenas sugestões)… Seu artigo só utiliza termos que desqualificam pessoalmente os estudantes (que, por sinal, você não conhece) e até denigre a imagem da faculdade (que, por sinal, “porca” ou não ainda é responsável por grande parte da produção acadêmica do país). Creio que o assunto, sendo tema de debate público, merece uma reflexão. Para falar bem a verdade, seu texto é um tanto histérico (tipo birra de menino mimado, sabe, que sem poder argumentar bate o pé com força no chão). Sinceramente, acho que você iria achar um tanto estúpido alguém que rebatesse suas posições pelo fato de você usar um termo Armani, por exemplo. Então, por favor, pense um pouco mais antes de escrever e valorize aspectos realmente relevantes para a esfera pública, espaço onde seu blog está inserido.

  120. USP:
    Debora Tavares: Amo meu pais , mas sinto vergonha de certas atitudes que vejo do nosso povo, com tanta gente morrendo por conta da violência que assola nossa cidade, pessoas que estão recebendo ela de graça , protestam porque querem fumar maconha em paz, fala -se tanto do crime organizado e de tudo que ele tem causado diretamente em nossas vidas, num pais em que os viciados matam no farol, pais de familia pra comprar uma pedra de crak , nossas “mentes brilhantes” protestam para ajudalos a ter lucro vendendo maconha pra eles, o pior é que tenho que pagar pra minha filha estudar , mas eles estudam de graça e com meu dinheiro, dinheiro que tenho que levantar as cinco da manhã pra ganhar. me sinto um “lixo” , é vergonhoso ! Tantas lutas e calsas justas pra se levantar bandeiras,e meia duzia de pessoas que nunca souberam o que é passar fome na vida , ou mesmo o que é trabalhar ( por QUE se trabalhacem não tinha tempo de invadir CAMPOS), destroem o patrimonio publico, num pais onde faltam escolas , carteiras escolares,etc ! Tudo isso em memoria de uma DITADURA que nem eles nem os policias que hoje trabalham sabem o que é, não viveram, depois se dizem historiadores!Por favor estou com NOJO, na DITADURA , se tinha uma causa justa, pessoas morriam torturadas , não era tapa na cara de filho de papai que não tem limites, “era tortura”,e não puxão pelo braço de idiotas que não tem problemas maiores na vida .Sem falar da parte da policia , que ganha mau, e tem que educar esse tipo de gente , que no minimo nunca tiveram limites na vida, acham que são assima do bem e do mau ,nunca ouviram NÃO dos pais, e quando são abordados acham que tem que ser bem tratados, SENHORES , EDUCAÇÃO É UMA VIA DE MÃO DUPLA, a USP esta lutada de ladrões , estupradores e todo gênero de pessoas , não da pra abordar com gentileza pessoas que vc não se conhece, os policiais tem familias , tem filhos , querem voltar pra casa, e não é pedindo ao ladrão por favor , que conseguem seu objetivo, o que vc é não esta escrito na sua cara , dentro de uma cochila pode ter livros , mas tambem pode ter armas , e na maioria , tem drogas , NÃO SEI SE ESTA CLARO , MAS ESTAMOS NO BRASIL E NÃO AMSTERDAM, aqui o consumo de entorpecente é crime (o consumo de cigarro em prédios plublicos é proibido). por isso peço : POR DEUS NÃO NOS ENVERGONHE MAIS !!!!! SENHORES FUNCIONÁRIOS , FAçAM UM TRATAMENTO , A DITADURA ACABOU, NÃO GOSTA DA POLICIA CHAMA O BATIMAM ! MAS ESTE É UM PRÉDIO PUBLICO, TEM GENTE DECENTE TENTANDO ESTUDAR , DEIXE PRA FAZER POLITICA , NAS RUAS,NA URNA, VCS ACHAM QUE TODOS SÃO IgNORANTES ,MAS NINGUÉM É BOBO E NÃO AGUENTAMOS MAIS TANTA HIPOCRISIA !

  121. Caro, Tas!
    Apesar de, aparentemente, as pessoas dentro sociedade terem os mesmo direitos e capacidades, é insuficiente, pra não dizer ingênuo, viver acreditando nisso. Ora, é mais do que evidente que as palavras emanadas por você, seja no CQC, seja no seu Blog, irradiam e recocheteiam muito mais do que as minhas são capazes de fazê-lo. Nada mais óbvio, portanto, que quanto maior é essa capacidade, mais imprescindível considerar seus efeitos indiretos e sua capacidade de influência. Não seja ingênuo em querer acreditar que você atua manipulando a opinião pública. Não concordo com inúmeras ações que os alunos da USP, e em especial da FFLCH, tem tomado nestas últimas manifestações. Mas é raso demais (e me surpreende muito partir de você) ofender a FFLCH da maneira como você fez… Fedorenta e decadente?! Que generalismo barato. Fácil demais falar assim com filhas podendo estudar fora… crítica por crítica… palavras soltas no ar, fingindo se basear em fatos e idéias bem elaboradas… E será que a FEA, a Poli e outras não são tão ou mais fedorentas quanto a FFLCH? E se não são, porque será que não são? Porque será que a FEA tem portas automáticas e a História e a Geografia, depois de muito batalhar (inclusive com greves), conseguiram passar por reformas que, convenhamos, foram bem nas “cochas”. Porque será que a Poli tem laboratórios ótimos e financiamentos oriundos de diversas instituições e a ciência política, a geografia, a filosofia se arrastam em míseros trocados que, com muita má vontade, a reitoria repassa? Mas, voltemos às ultimas brigas. O movimento foi extremamente reduzido pela mídia e pelos próprios alunos mobilizados na USP em “Fora PM do campus”. Bom, quem passa na saída de pedestre da vila indiana, quem sai a pé pela saída de pedestre perto do “barranco escola”, quem toma o trem na ponte cidade universitária, quem anda à noite próximo ao grêmio dos funcionários da USP, nem precisa pedir para a PM sair da USP, pois ela nunca tá lá! A polícia que vigia e garante a segurança dos alunos da USP não é essa PM que está no campus. Mas isso, ninguém quer discutir… não dá ibope… não é interessante… não polemiza! A PM que está na USP, não está lá para garantir a segurança dos alunos… e convenhamos, um pouquinho de discernimento já é suficiente para concluirmos que não foi a morte isolada de um aluno o suficiente para a USP realizar um acordo com a PM… é ridículo… Neste sentido… e somente neste sentido (portanto exclui-se qualquer debate envolvendo o uso de maconha no campus), os questionamentos vindo dos alunos, em sua maioria da FFLCH (uma pena, pois poderia contar com as outras unidades) tem legitimidade sim…! Então, concluindo, não seja raso e grosseiro… e vá analisar os ranks das melhores instituições de ensino superior no Brasil, e o cenários delas nos ranks mundiais… Alguns dos melhores cursos estão na FFLCH… decadente, portanto, não somos nós… Tenha mais consciência e responsabilidade quando se pronunciar novamente…. jornalista!

  122. Longe de mim concordar com os invasores da reitoria, achei todo o movimento um despropósito

    - não trouxe nenhum debate concreto e sólido pra comunidade da Usp, muito menos pra comunidade em geral. Inclusive, só queimou a imagem da FFLCH;

    - não houve proposta de nada viável (nem em sonho o reitor tiraria a PM do campus e os estudantes SABIAM disso), logo, pareceu vontade de “badernar”;

    - foi desencadeado por uma abordagem totalmente legal por parte da polícia;

    Claro que posso estar errada e mal informada, estou aberta a ouvir outras opiniões. Em princípio, não defendo esses garotos. Mas também não defendo esse post, ele foi simplesmente mal educado e grosseiro.

    • Caro Marcelo, te proponho um exercício: tente reescrever o texto usando argumentos relevantes, refletindo sobre questões como o papel da universidade pública, o acesso à ela, o papel da polícia diante dos movimentos sociais ou até mesmo sobre os “limites” na educação dos jovens (são apenas sugestões)… Seu artigo só utiliza termos que desqualificam pessoalmente os estudantes (que, por sinal, você não conhece) e até denigre a imagem da faculdade (que, por sinal, “porca” ou não ainda é responsável por grande parte da produção acadêmica do país). Creio que o assunto, sendo tema de debate público, merece uma reflexão. Para falar bem a verdade, seu texto é um tanto histérico (tipo birra de menino mimado, sabe, que sem poder argumentar bate o pé com força no chão). Sinceramente, acho que você iria achar um tanto estúpido alguém que rebatesse suas posições pelo fato de você usar um termo Armani, por exemplo. Então, por favor, pense um pouco mais antes de escrever e valorize aspectos realmente relevantes para a esfera pública, espaço onde seu blog está inserido.

  123. Que muita coisa pode e deve ser discutida na USP, isso é certo, mas quando o estopim disso tudo são tres maconheiros!!, como fica a causa?? não seria melhor começar bem, em assembléias e em discussões, como algo fresco e de qualidades e não ligados a esse ranço ripongo-anarquista-do-contra-sempre. E a ação de reintegração, dois dias depois do prazo dado pela justiça foi super cirúrgico e ninguém se feriu. A grande quantidade de policiais tornou a operação mais segura pq mais controlada.

  124. Só concordo que realmente foi desproporcional a ação da polícia quanto desocupação da reitoria. Mas quanto ao restante dos fatos, continuo achando que aqueles desocupados só queimam a imagem da universidade e da maioria dos estudantes da USP, pessoas que estudam para não apenas terem um futuro promissor como profissionais, mas também para contribuir com o desenvolvimento e progresso do país. É óbvio que é crime invadir uma propriedade, seja de administração pública ou privada, e depredar o patrimônio alheio. Apesar do passado conturbado entre a USP e a polícia, não acho que isso possa ser usado para justificar as manifestações extremistas de pseudo libertários, que se definem como representantes da classe estudantil e tomam decisões que afetam toda uma universidade, sendo que a grande maioria dos estudantes da USP não se sente representada por essas pessoas, pelo contrário, se sente lesada por essas atitudes. Acho muita hipocrisia no fato desses manifestantes gritarem “não” à violência e a repressão e ao mesmo tempo jogar pedras na polícia e destruir o que pertence à sociedade, louvar os ideais marxistas, orgulhando-se de seu caráter comunista plantado em suas cabeças e não fazerem nada de bom para sociedade, além de levarem uma vida consumista, com o padrão de vida comprado pelo trabalho dos pais em um sistema capitalista. Sempre que existe greve de professores e servidores, os alunos da FFLCH apoiam. Fico pensando, aumentar o salário dessas pessoas é uma forma de distribuição de renda, é realmente no salário dessas pessoas que esse dinheiro adicional deve parar? Vejo hipocrisia nisso também. E quando não existe tais greves, eles iniciam uma, como essa que os alunos em assembléia decidiram fazer. Decidiram por uma greve geral de estudantes, sendo que a maioria dos alunos da USP se quer foi consultada sobre a questão. Assim, fica a questão: Onde está a democracia nas atitudes destes falsos justos? Enfim, concordo com a presença e atuação da PM no campus. O crime rola solto lá dentro e o sistema deve garantir a segurança da sociedade, tanto fora quanto dentro da universidade, já que a guarda universitária nada pode fazer quanto a isso. Se esses estudantes levam porrada da polícia é porque faltou uns tapinhas em casa.

  125. Só concordo que realmente foi desproporcional a ação da polícia quanto desocupação da reitoria. Mas quanto ao restante dos fatos, continuo achando que aqueles desocupados só queimam a imagem da universidade e da maioria dos estudantes da USP, pessoas que estudam para não apenas terem um futuro promissor como profissionais, mas também para contribuir com o desenvolvimento e progresso do país. É óbvio que é crime invadir uma propriedade, seja de administração pública ou privada, e depredar o patrimônio alheio. Apesar do passado conturbado entre a USP e a polícia, não acho que isso possa ser usado para justificar as manifestações extremistas de pseudo libertários, que se definem como representantes da classe estudantil e tomam decisões que afetam toda uma universidade, sendo que a grande maioria dos estudantes da USP não se sente representada por essas pessoas, pelo contrário, se sente lesada por essas atitudes. Acho muita hipocrisia no fato desses manifestantes gritarem “não” à violência e a repressão e ao mesmo tempo jogar pedras na polícia e destruir o que pertence à sociedade, louvar os ideais marxistas, orgulhando-se de seu caráter comunista plantado em suas cabeças e não fazerem nada de bom para sociedade, além de levarem uma vida consumista, com o padrão de vida comprado pelo trabalho dos pais em um sistema capitalista. Sempre que existe greve de professores e servidores, os alunos da FFLCH apoiam. Fico pensando, aumentar o salário dessas pessoas é uma forma de distribuição de renda, é realmente no salário dessas pessoas que esse dinheiro adicional deve parar? Vejo hipocrisia nisso também. E quando não existe tais greves, eles iniciam uma, como essa que os alunos em assembléia decidiram fazer. Decidiram por uma greve geral de estudantes, sendo que a maioria dos alunos da USP se quer foi consultada sobre a questão. Assim, fica a pergunta: Onde está a democracia nas atitudes destes falsos justos? Enfim, concordo com a presença e atuação da PM no campus. O crime rola solto lá dentro e o sistema deve garantir a segurança da sociedade, tanto fora quanto dentro da universidade, já que a guarda universitária nada pode fazer quanto a isso. Se esses estudantes levam porrada da polícia é porque faltou uns tapinhas em casa.

  126. eu que o pessoal da FFLCH (principalmente) estuda tanto sobre revoluções e como o Brasil sempre foi acomodado nesse quesito que vê causa revolucionária em tudo. A USP faz greve e badernas faz muito tempo, mas o faz normalmente com embasamento ideológico, como na época da ditadura e em 2009 pra trocar a reitoria. Contudo, dessa vez foi um ato individualista, pensado somente para os usuários de droga e não na segurança da maioria. Acho errado a policia dentro da USP pelo simples fato de ser a ÚNICA que precisa de tal artifico. Penso que o melhor curso de sociologia das Américas que formou nomes como FHC poderia muito bem criar algum projeto de segurança para a universidade e entregar para a reitoria, mesmo com um determinado custo, a USP poderia requirir junto ao governo a verba, já que a força policial também é dinheiro público, por que não? Ao invés disso esperaram 3 maconheiros serem presos (eu sou a favor da legalização da maconha, mas enquanto isso não acontece, eles estavam fazendo algo ilegal) pra “dar piti” e ir pro quebra tudo, e mesmo assim mostraram algum projeto? fizeram campanha pela legalização da maconha? Não. Pediram pra policia sair pra que pudessem continuar se drogando ali, somente eles, o resto do mundo se foda. O que mais me deixa perplexa é que a maioria (não significa totalidade) faz curso de humanas e deveriam ser a “parte pensante” da nossa sociedade, é pra isso que nossos impostos são destinados. Queremos formar pessoas que vejam um problema, reflitam e proponham uma saída, não pseudo-revolucionários classe média que veem um problema e vão pro quebra-tudo. Espero muito que esse seja apenas um acontecimento isolado a alguns idiotas, mas que infelizmente não só mancham a reputação de todo o resto dos universitários da instituição (nas notícias só se fala “os universitários da usp”) mas também quebram qualquer credibilidade nas revoltas na universidade. Pode muito bem amanhã quiserem fazer uma revolta por um motivo válido e embasado e a população irá olhar para aquilo lembrando dos “mimadinhos maconheiros de esquerda que invadiram a reitoria em 2011″.

    Ps: não acho que o cheiro da FFLCH seja realmente relevante, mas pode ter mudado desde que você Tas estudou lá. Estudo para me tornar engenheira ingressando na POLI, mas acho que nessa rivalidade ridícula entre POLI/FAU X FFLCH só quem sai perdendo é a instituição Universidade de São Paulo.

    • Disse muito! Na verdade, não é uma manifestação, é uma birra de criança mimada que foi flagrada pelos empregados casa fazendo coisa proibida e que não gostou que sua atenção foi chamada. Enquanto essa minoria de baderneiros bate o pezinho e faz biquinho, a imagem dos verdadeiros estudantes engajados política e socialmente vai sendo manchada. Na UFF os estudantes ocuparam esse ano a reitoria para defender o patrimônio da universidade, impedir fechamento de laboratório e pedir segurança no campus entre outras coisas. Foi uma manifestação de verdade, por razões coerentes. Se o povo quer ter o direito de fumar maconha, que lutem para que a lei seja mudada, mas enquanto isso não ocorre, não impeçam um funcionário (PM) de fazer o seu trabalho. Eu e a maioria de pessoas não gostamos de pagar tantos impostos, mas eu não posso simplesmente ignorar as leis e parar de pagá-los, ou fazer um boicote onde só o grupo a que pertenço teria direito de efetuar o pagamento de parcelas menores. Essa não é a solução. Se não se concorda com as regras vigentes, ao invés de burlá-las, o correto é através de meios democráticos, obter suas mudanças.

    • Mais dinheiro nosso???? Porque então ao invés de criar um modelo novo de segurança, não tentam concertar a que já existe????? Assim fariam seus papais não só para o Campus, como melhoraria a segurança daqueles que bancam a USP…

  127. Grande cara de Ituverava esse Marcelo, realmente manifestações como estas só são boas lá fora, ainda se podermos assistir no sofá de casa, agricultores, funcionários públicos, caminhoneiros etc, quando param praticamente o país inteiros só é bom na França, Coréia do Norte, Espanha e tantos outros, agora quando se trata de nós, os brazucas, a coisa sempre não é certa. Ainda mais com essa magnánima distribuição de renda (estamos ganhando de Gâmbia, hein) atos depredatórios de patrimônio público por qualquer um, ainda mais esses “boyzinhos” são um descalabro; logo nós que aceitamos tudo numa boa, no jeitinho “Gerson” de sempre. Se alguém lê isso lá fora não sei o que vão pensar? E não concordo muito com que Einstein e De Gaulle falaram de nós, deixa eles pra lá, não são sociólogos para falar da gente desse jeito.
    Eu só queria um dia quem sabe qualquer corrupto e corruptor (não se iludam, sempre há as duas partes) fosse gentilmente condicionada a entrar num camburão com um “doze” apontada para sua testa, seria um sonho realizado. Mas como disse, com essa distribuição de renda, não sei se há “justiça ocasional” para todo mundo né.
    Marcelo, só mudando de assunto, o que vc. acha da situação atual da TV Cultura? Logo vc que foi funcionário público deste estado e ganhou reconhecimento por seu trabalho, também lá.
    Grande Abraço, Ituverava te adora.

  128. Maurício Pirttiaho 9 de novembro de 2011 at 17:30

    “Seu delega
    É o seguinte
    Seu delegado, lebera aí os minino
    O Raimundos é gente boa, seu delega
    Você também é chegado no negoço aê doutô
    O que que é?
    Manera malandro.
    Aê doutô
    Vamo é cantar o rock pra você
    Você é gente boa
    Rock Menino, pro cacete do delegado!” ;) rs

  129. Que preocupante..
    Acho engraçado como se fala desses “jovens revolucionários filhinhos de papai” com tanta raiva. Me dá a impressão de que se está exigindo de que eles deveriam estar gratos pelo sistema que lhes favoreceu, calar a boca e gastar dinheiro. Que bom que não estão! Que bom que dão voz às suas insatisfações com as injustiças, sejam elas quais forem. Sim, talvez o estopim ser a machonha a ser fumada dentro da usp não seja das melhores razões.. mas essas discussões sociais já elevaram a ocupação a um outro patamar.
    Também ouvi muito gente dizer “ah, esses desocupados! Deveriam arranjar um emprego”… Engraçado como não estamos acostumados a sermos ativos politicamente, não? Porque no momento em que vemos pessoas dando voz à uma política ativa e não representativa, errônea e esporádica, os categorizamos como “desocupados”.. não, não.. eles só estão mais interessados em participar politicamente. E também, importante dizer, não acho que haja limite para isso.. tem-se dito também “são sempre os mesmos, no ocupasampa, marcha da maconha, greve na usp..”. Que seja.. não sei porque deve haver um limite de manifestação política.
    Você pergunta a razão pela qual estão se manifestando? Eu digo que há várias (pessoais e coletivas): a presença da polícia no campus da usp, a falta de legitimidade do reitor, falta de estrutura. Isso para falar dos problemas internos da usp.. mas motivos de insatisfação política nesse país não faltam, não é? Como o CQC continuamente nos mostra.. Por que privar esses “filhinhos de papai” de mostrar essa indignação? Que bom que eles o fazem.. e não estão aí só agradecendo por serem o 1% da população que não precisaria o fazer.. porque aparentemente, os outros 99% não tá nem aí.
    abraços… e obrigada pela discussão. Finalmente a internet está achando seu uso!

    • ué… eu achava que tínhamos tirado o collor por conta de seu verdadeiro golpe econômico… que ele andava de jet sky, na verdade, pouco me importa!
      na verdade, tenho certeza de que eles estavam nas manifestações contra corrupção que ocorreram pouco mais de um mês atrás… e você? Porque eu também não estava.
      é isso que estou querendo dizer. Reclamamos do uso que eles fazem de sua voz política quando nós mesmo nem a utilizamos (ou você considera votar um ato político válido??)!
      Cláudia, então a resposta para a insatisfação com o sistema vigente é sair dele? Fugir? Os endinheirados que vão bancar seus estudos na Sorbonne, e a usp que fique com quem se conforma (sim, conformismo) com ela? Ouso dizer que penso o contrário… que se lute por melhoras a quem essas melhoras interessam! E que bom que há alguém o fazendo!
      Devo acrescentar que sou tão ativa politicamente quanto vocês (aparentemente, é claro que por meios virtuais não se pode fazer uma grande análise): não estava na usp, não costumo ir em passeatas nem manifestações quanto à corrupção. Mas me critico por isso, e agradeço que essa apatia não abateu à todos nós…
      Abraços,
      Beatriz

    • Beatriz, nao sei sua idade, mas nos tiramos o collor porque ele andava de jet ski e outras coisinhas mais… pq esses mesmos “alunos” nao vao a rua contra a corrupção, as falcatruas ou ate contra o proprio reitor que eles falam tanto??? motivos nao faltam… ele tem coragem mas nao mostram a cara, eles querem fazer mas nao sabem como, não é orquestrado, nao esta combinado, nao foi a USP que parou …foram 72 que nem sabem o que querem e se esquecem do que fizeram e falaram com cartazes. Agora querem mudar??? me desculpe.

    • Se não estão satisfeitos para o sistema e tem condições de bancar os próprios estudos, que tal começar a justiça social deixando as vagas para os realmente necessitados?? Seria uma boa forma de distribuir renda. Ou será que revolução só é legal desde que o governo banque e o papai continue podendo manter seu carro 0 km e sua mesadinha no fim do mês?

  130. So nao entendo o seguinte: se o movimento tinha outro proposito que é o tal do reitor pq isso nao se tornou publico antes | Vcs deixaram bem claro que queriam a libertação dos estudantes presos por fumar maconha | Se vcs querem protestar pq tamparam a cara, quem é homem e tem carater, personalidade, sustenta sua afirmação ate o fim, me parece que a de vcs nao é o caso | Outra coisa, foi a policia que quebrou tudo?? as portas tb, as cameras?? deu tempo de filmar vcs arrombando e quebrando a porta, agora querem tirar o foco e por a culpa na policia | e ainda pior … mostram cartaz dizendo “meu pai paga tudo para eu ser revolucionario” e mas na hora que vão presos se compraram aos usuarios da cracolandia, é o que eu falo : hipocrisia total. Tipico de bandido de rouba e mata, mas qdo vai preso…nao senhor, nao fui senhor…so estava passando aqui senhor. O que vimos foi um trecho do Tropa de Elite I… se os bandidos matam um de vcs, ai sim querem a policia, mas essa mesma policia nao pode prender um dos nossos. Essa droga que vcs usam financia o proprio bandido que mata e rouba vcs, pensem um pouco. ou vão me dizer que essa maconha foi comprada com todos impostos, tudo certinho e tal. A idade passa para todos e vai chegar a hora de vcs, e claro vão olhar para tras para ver a vergonha que passaram.

  131. Marcelo Tas, que decepção.
    Essa é uma discussão puramente política, e embora ocupar o prédio da reitoria não seja a única solução, é a que foi possível. Estudo na USP e conheço o “jeito Rodas” de administrar a universidade. Você conhece alguém que ocupou aquela reitoria? Conheço algumas, posso te apresentar e asseguro que nenhuma delas é essa juventude GAP que você tão reacionariamente falou.
    Aliás, certeza que a Veja vai te chamar pra fazer um ‘freela’ qualquer dia desses.

  132. Tas você acabou de se igualar a Veja e a todos os outros meios de comunicação controlados e que não pensam. Só lamento.

  133. Agora entendi por que “divertido” vem depois de “interativo” lá no topo da página. A maior diversão é ler os comentários raivosos dos rebeldes sem causa que juram que ninguém entendeu o real motivo da baderna na USP. Aparentemente só eles sabem, mas não querem contar pra ninguém.

  134. E oq ue dizer do seguinte trecho “Felizmente, a maior parte da sociedade entendeu rápido e reagiu a esses “democratas” que agridem jornalistas e enxergam o fantasma da “ditadura” (sugiro uma apuração detalhada na vida dos pais desses meninos e meninas do GAP-USP, daria uma tese e tanto na fedidíssima e decadente FFLCH) no fato da PM estar presente no Campus da USP.”?
    Isso é de um preconceito brutal. Quer dizer então que, quem teve pai reacionário não tem direito protestar contra o abuso de poder? Que espécie de teoria é essa? Determinismo social, tipo “filho de peixe, peixinho é?”? ACORDA. Decadente é o seu discurso, meu caro.

    • Fernanda, antes de vir falar uma bobagem, pesquise: http://jus.com.br/revista/texto/9327/posse-de-drogas-para-consumo-pessoal
      destaco o último parágrafo:

      A todos os argumentos lembrados cabe ainda agregar um último: conceber o art. 28 como “crime” significa qualificar o possuidor de droga para consumo pessoal como “criminoso”. Tudo que a nova lei não quer (em relação ao usuário) é precisamente isso. Pensar o contrário retrataria um grave retrocesso punitivista (ideologicamente incompatível com o novo texto legal). Em conclusão: a infração contemplada no art. 28 da Lei 11.343/2006 é penal e sui generis. Ao lado do crime e das contravenções agora temos que também admitir a existência de uma infração penal sui generis.

      TOMA

    • Querida, familiarize-se com as leis federais e veja que uso de drogas no Brasil é crime. Fumar maconha dentro da universidade porque tem dinheiro para pagar um bom advogado e ir fazer “reabilitação” sim é um abuso de poder. Antes de vir falar uma bobagem porque se sentiu atingida pelas palavras do jornalista, pense.

  135. Por favor: Apenas informe-se melhor antes de julgar o comportamento dos estudantes, livre-se de suas pré-noções a respeito de greves e manifestações e entenda a real causa da luta. Não use apenas um argumento contra os estudantes (a classe econômica) para julgá-los sem entender o processo por dentro da manifestação.

    Assim como quem é de classe mais baixa não teve escolha ao nascer nela, não é porque os estudantes são de classes mais elevadas que não têm o direito de lutar por igualdade e em defesa de seus ideais. Quem é pobre não tem direito de lutar porque sofre preconceito e nem tem poder o suficiente ao mesmo tempo que quem é “rico” também não pode porque se trata de hipocrisia?

    A questão é: os estudantes que são os agressores enquanto a PM manda helicópteros, cerca de 200 policiais, cavalaria, esquadrão anti-bombas por apenas 70 estudantes?

    • Se a PM mandasse 100 policiais os estudantes partiriam para cima e o único jeito de resolver seria na porrada. Aí daria no que os partidos que estão usando esse movimento estavam querendo: propaganda negativa para o governo de SP.
      A tática foi assustar para que saíssem sem agressão alguma e deu certo. Achei inteligente a ação da polícia.

  136. que vergonha de você, Marcelo Tas. Que vergonha. Esse post é uma tristeza. Só prova o quanto você passou a apadrinhar os jovens que não estão dispostos a pensar a nossa sociedade, mas sim a transformar todo e qualquer debate em ridículo. E a chutar cachorro morto.

  137. Ta$ ganhando muito pra falar o que pensa? Pois deveria então pesquisar mais.

  138. pelego, mas ao contrário 9 de novembro de 2011 at 16:08

    o tas, tá com saudade de ser milico?

  139. Olá Tas!
    Concordo plenamente com tudo isso que você escreveu e ainda digo mais… porque ao invés de fazerem esta greve (por um motivo totalmente ridículo!) os revolucionários não doam sua cadeiras para quem realmente quer usufruir do real propósito de uma faculdade???

    PS: ESSE CARA DA FOTO, NEM ESTUDANTE DA USP É! Este cara é o meu amigo Robson, não estuda nem trabalha e aproveitou a baderna para animar seu dias… Aí se vê como os estudantes estão levando isso a sério!

    • Mentirosa! Pare de tentar manipular informações apenas para fingir que tem um argumento. Cada uma, hein….

  140. Concordo que a USP desperdiça dinheiro público, vide as salas de aula abarrotadas que nos deparamos. Parte dos melhores professores são constrangidos a dar aulas em situações ridículas, como compartilhar sua própria mesa com outros alunos enquanto dá aula, num calor digno de deserto. O fedor de lá vem da terceirização do serviço de limpeza, mal pago e sem garantia nenhuma (um dia no batente o outro pode ser na rua, como já aconteceu). Aonde tá sobrando dinheiro para se terceirizar o pessoal da limpeza, que tinha um salário fétido? Creio que boa parte das coisas que vêm acontecendo seria evitável se a gente pudesse ter aula em paz, em condições que os outros departamentos desfrutam. Por isso, não é a toa que a insatisfação maior vem da FFLCH: ela foi abandonada pela própria USP, sem voz e sem dinheiro! Manter sua excelência com um pouco de dignidade é o mínimo que o senhor Rodas poderia fazer. Lê Veja quem quer, lê Marx quem quer mas existem coisas que não se pode negar: precisamos de boas condições de aula e circulação na Universidade. Não sejamos conspiratórios uns contra os outros, mas críticos!

    • João Carlos Prado 9 de novembro de 2011 at 17:55

      Parabens pelo contra argumento. Altamente equilibrado e sensato e expõe as verdadeiras feridas do sucateamento promovido pelo tucanato à 20 anos. Argumentos muito mais sérios que os usados pelo ilustre blogueiro.
      Era neste nível de discussão que mereceria o assunto, e não esta ridicularização patética do Sr. Tas, que só fez levantar as mesmas vozes que acham, que é coisa de playboy e maconheiro, que nordestino é lixo, que o Lula tem que ir pro SUS e outras pérolas que só poderiam vir da mente reacionária que predomina no meu estado de SP.
      Enquanto isso, estudantes ingleses quebram o pau por causa do processo de privatização que acontece por lá. Seriam eles também só um bando de mimados e maconheiros também ? É assim que a mídia os vê.
      Depois vai lá no CQC, com a maior cara lavada , posar de indignado com esse caminhão de declarações raivosas.

    • excelente.

  141. Acho que pintar os estudantes como mimados etc simplesmente não colabora com o debate de uma USP acessível e segura para todos. O distanciamento do reitor em relação aos estudantes, que querem mais professores e banheiros limpos, é mais preocupante do que a marca de casaco desse estudante: a primeira contradição é mais grave! Por último, personalizar e tipificar o estudante (seja como revolucionário de butique, maconheiro, contraditório- não somos todos?) vai no sentido contrário da abrangência que o debate deve ter: a USP integrada na cidade de SP, oferecendo qualidade aos estudantes e lazer e segurança aos moradores. O debate não é pessoal!

  142. achei podre esse post.Me senti lendo a veja!Talvez fosse melhor que as pessoas se informassem para que, não falassem abobrinhas, falassem ao menos com coerencia.Não acho que invadir a reitoria seja certo, no entanto, a matéria comete erros quanto aos dados verdadeiro.a ocuação era praticamente feita por partidecos de esquerda com a Ler-q e o pstu, não de anarquistas como diz a primeira foto.PRIMEIRO ERRO GROTESCO.E, toda essa polemica desviou o tema que gerou toda essa rebeldia, a PM no campus.Quando alguem provar que policia é sinonimo de segurança, ai agente volta a falar!

  143. Tsc, Tas. Que decepção, você. Formador de opinião para outros descabeçados – isso é o mais triste.

  144. O que se pode esperar de um povo que queima em um orgão público sua “PRÓPRIA BANDEIRA” se ela ela que sustenta seus estudos, ou melhor que faz esta bandeira de verdada e que os mantem em estudos de primeira qualidade.

  145. Carlos André dos Santos 9 de novembro de 2011 at 13:13

    Só algumas informações sobre os 10 dias que antecederam a prisão que desencadeou a ocupação.
    No dia 27 de outubro dua garotas foram presas por estar se beijando no refeitório da USP e estudantes foram revistados na porta da biblioteca por policiais as 10 horas da manhã.
    Então Tas que veio a público declarar seu orgulho da sua filha gay, será que estaria tão contente se sua filha fosse presa por beijar a sua namorada na faculdade? Concorda com revistas em portas de bibliotecas.
    O senhor que tem um longa história como comunicador apurou quem é o senhor reitor e porque o geraldo opus dei alckimim o nomeou?

    • Porque agora todo e qualquer “coitado” usa a homofobia como desculpa????? Ridículo!!!! O ser cidadão vem antes de raça, cor, credo, opção sexual e etc… Destruição de um bem publico não justifica preconceito!!!!!!!

  146. Queria postar a vcs o comentario feito pela minha irmã, menina de ouro que sonha estudar medicina. Esses arruaceiros, em faculdade publica, paga por nossos impostos, não dão valor a chance que tem. Ela e eu estudamos em escola publica e nossa familia não teve condições de pagar um cursinho pre vestibular. Enfim, se as vagas da USP fossem preenchidas por quem merece de verdade, garanto que TUDO seria MUITO diferente. Segue o texto:

    Eu acho engraçado os brasileiros querendo ser comunistas, ficam fazendo bagunça e sujando a imagem de instituições que deveriam ser sinônimos de Evolução, Inteligência, Formação Acadêmica Impecável, mas infelimente tá parecendo um berço de rebeldes SEM CAUSA, ou com uma Causa estapafúrdia, preferir fumar maconha à proteção de um orgão que mesmo tendo falhas é o melhor que temos para nossa segurança… Já que querem o comunsmo pq não se mudam pra CUBA ou pra CHINA??
    Dá menos trabalho e menos gastos pro povo que tem q pagar as estadias desses arruaceiros, que nem mesmo mostram os rostos… E se não os mostram é porque o que lutam não é justo, ou seja, ILEGAL!!!
    Anne Melissa Carvalho

    • Acho que voce jah leu, mas vai ai pra quem nao leu… E porfavor! Voces, quando puderem ir a uma das assembleias dos estudantes, vão! elas são abertas e voces poderão pedir direito a palavra e colocar pontos de vista… Inclusive poderao votar contra acoes que entendem (ou nao, sei lah…) como ineficazes e mimadas como essa na reitoria, e propor coisas melhores! Suas opinioes e principalmente o debate sao mto bem vindos!

      “Esclarecendo o caso USP (pra quem vê de fora)
      por Jannerson Xavier, quarta, 9 de Novembro de 2011 às 16:04

      Somos alunos da ECA-USP e visto a falta de imparcialidade da mídia com referência aos últimos acontecimentos ocorridos dentro da Universidade de São Paulo, cremos ser importante divulgar o cenário real do que realmente se passa na USP. Alguns fatos importantes que gostaríamos de mostrar:

      - O incidente do dia 27/10/11, quando 3 alunos foram pegos portando maconha, NÃO foi o ponto de partida das reivindicações estudantis. Aquele foi o estopim para insatisfações já existentes.

      - Portanto, gostaríamos de explicitar que a legalização da maconha, seja dentro da Cidade Universitária ou em qualquer espaço público, não é uma reivindicação estudantil. Alguns grupos até estão discutindo essa questão, mas ela NÃO entra na pauta de discussões que estamos tendo na USP.

      - Os alunos da USP NÃO são uma unidade. Dentro da Universidade há diversas unidades (FFLCH, FEA, Poli, etc.) e, dentro de cada unidade, grupos com diferentes opiniões. Por isso não se deve generalizar atitudes de minorias para uma universidade inteira. O que estamos fazendo, isso no geral, é sim discutir a situação atual em que se encontra a Universidade.

      - O Movimento Estudantil, responsável pelos eventos recentes, NÃO é uma organização e tampouco possui membros fixos. Cada ação é deliberada em assembleia por alunos cuja presença é facultativa. O que há é uma liderança desse movimento, composta principalmente por membros do DCE (Diretório Central dos Estudantes) e dos CAs (Centros Acadêmicos) de cada unidade. Alguns são ligados a partidos políticos, outros não.

      - Portanto, os meios pelos quais o Movimento Estudantil se mostra (invasões, pixações, etc.) não são decisão de maiorias e, portanto, são passíveis de reprovação. Seus fins (ou seja, os pontos reais que são discutidos), no entanto, têm adesão muito maior, com 3000 alunos na assembleia do dia 08/11.

      - Apesar de reprovar os meio usados pelo Movimento Estudantil (invasões, depredação), não podemos desligitimar as reivindicações feitas por esses 3000 alunos. Os fatos não podem ser resumidos a uma atitude de uma parcela muito pequena dos universitários.

      Sabendo do que esse movimento NÃO se trata, seguem suas reinvidicações:

      DISCUSSÃO DO CONVÊNIO PM-USP / MODELOS DE SEGURANÇA NA USP

      A reivindicação estudantil não é: PM FORA DO CAMPUS, mas antes SEGURANÇA DENTRO DO CAMPUS. Os estudantes crêem na relação dessas reivindicações por três motivos:

      A PM não é o melhor instrumento para aumentar a segurança, pois a falta de segurança da Cidade Universitária se deve, entre outros fatores, a um planejamento urbanístico antiquado, gerando grandes vazios. Iluminação apropriada, política preventiva de segurança e abertura do campus à populacão (gerando maior circulação de pessoas) seriam mais efetivas. Mas, acima de tudo…

      A Guarda Universitária deve ser responsável pela segurança da universidade. Essa guarda já existe, mas está completamente sucateada. Falta contingente, treinamento, equipamento e uma legislação amparando sua atuação. Seria muito mais razoável aprimorá-la a permitir a PM no campus, principalmente porque…

      A PM é instrumento de poder do Estado de São Paulo sobre a USP, que é uma autarquia e, como tal, deveria ter autonomia administrativa. O conceito de Universidade pressupõe a supremacia da ciência, sem submissão a interesses políticos e econômicos. A eleição indireta para reitor, com seleção pessoal por parte do governador do Estado, ilustra essa submissão. O atual reitor João Grandino Rodas, por exemplo, era homem forte do governo Serra antes de assumir o cargo.

      POSTURA MAIS TRANSPARENTE DO REITOR RODAS / FIM DA PERSEGUIÇÃO AOS ALUNOS

      Antes de tudo, independentemente de questões ideológicas, Rodas está sendo investigado pelo Ministério Público de São Paulo por corrupção, sob acusação de envolvimento em escândalos como nomeação a cargos públicos sem concurso (inclusive do filho de Suely Vilela, reitora anterior a Rodas), criação de cargos de Pró-Reitor Adjunto sem previsão orçamentária e autorização legal, e outros.

      No mais, suas decisões são contrárias à autonomia administrativa que é direito de toda universidade. Depois de declarar-se a favor da privatização da universidade pública, suspendeu salários em ocasiões de greve, anunciou a demissão em massa de 270 funcionários e, principalmente, moveu processos contra alunos e funcionários envolvidos em protestos políticos.

      Rodas, em suma: foi eleito indiretamente, faz uma gestão corrupta e destrói a autonomia universitária.

      Você pode estar pensando…

      MAS E O ALUNO MORTO NO ESTACIONAMENTO DA FEA-USP, ENTRE OUTRAS OCORRÊNCIAS?

      Sobre o caso específico, a PM fazia blitz dentro da Cidade Universitária na noite do assassinato. Ainda é bom lembrar que a presença da PM já vinha se intensificando desde sua primeira entrada na USP, em Junho/2009 (entrada permitida por Rodas, então braço-direito de Serra). Mesmo assim, ela não alterou o número de ocorrências nesse período comparado com o período anterior a 2009. Ao contrário, iniciou um policiamento ostensivo, regularmente enquadrando alunos, mesmo em unidades nas quais mais estudantes apoiam sua presença, como Poli e FEA.

      MAS E A DIMINUIÇÃO DE 60% NA CRIMINALIDADE APÓS O CONVÊNIO USP-PM?

      São dados corretos. Porém a estatística mostra que esta variação não está fora da variação anual na taxa de ocorrências dentro do campus ( http://bit.ly/sXlp0U ). A PM, portanto, não causou diminuição real da criminalidade na USP antes ou depois do convênio. Lembre-se: ela já estava presente no início do ano, quando a criminalidade disparou.

      MAS, AFINAL, PARA QUE SERVE A TAL AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA?

      Serve para que a Universidade possa cumprir suas funções da melhor maneira possível. De maneira simplista, são elas:

      - Melhorar a sociedade com pesquisas científicas, sem depender de retorno financeiro imediato.

      - Formar cidadãos com um verdadeiro senso crítico, pois mera especialização profissional é papel de cursos técnicos e de tecnologia.

      Importante: autonomia universitária total não existe. O dinheiro vem sim do Governo, do contribuinte, porém a autonomia universitária não serve para tirar responsabilidades da Universidade, mas sim para que ela possa cumprir essas responsabilidades melhor.

      COMO ISSO ME AFETA? POR QUE EU DEVERIA APOIA-LOS?

      As lutas que estão ocorrendo na USP são localizadas, mas tratam de temas GLOBAIS. São duas bandeiras: SEGURANÇA e CORRUPÇÃO, e acreditamos que opiniões sobre elas não sejam tão divergentes. Alguém apoia a corrupção? Alguem é contra segurança?

      O que você acha mais sensato:

      - Rechaçar reivindicações justas por conta de depredações e atos reprováveis de uma minoria, ou;

      - Aderir a essas mesmas reivindicações, propondo ações mais efetivas?

      Você tem a liberdade de escolher, contra-argumentar ou mesmo ignorar.

      Mas lembre-se de que liberdade só existe com esclarecimento.

      Esperamos ter contribuído para isso.

      Se você se interessa pelo assunto, pode começar lendo este depoimento: http://on.fb.me/szJwJt

      Bárbara Doro Zachi

      Jannerson Xavier Borges